14 set

Telefonia IP: vale a pena usar?

Você já ouviu falar em Telefonia IP? Trata-se de uma tecnologia que se popularizou no Brasil de 2005 pra cá, permitindo um ganho de eficiência no fluxo de informações organizacionais. Também proporciona uma diminuição de custos de até 70% para a empresa que adota a tecnologia.

Por isso mesmo o número de empresas que vêm adotando a Telefonia IP vem crescendo bastante nos últimos anos. A aposta é no ganho financeiro e na agilidade para conduzir os negócios.

O que é a Telefonia IP?

Telefonia IP é um termo utilizado para definir as tecnologias que utilizam conexões de comutação de pacotes, com base em Protocolos de Internet, para transmitir dados em voz, fax e outras formas de comunicação.

Antigamente, a única forma de realizar a transmissão desse tipo de dados era por meio de uma linha telefônica. A Telefonia IP faz uso da internet para conectar pessoas e aparelhos ao redor do mundo, proporcionando mais mobilidade, agilidade e eficiência às organizações.

Ela também pode ser utilizada para realização de chamadas em vídeo, desde que os aparelhos usados para esta conexão possuam tecnologia suficiente.

Traduzindo o que foi dito até agora, a Telefonia IP conecta dois ou mais usuários por meio dos protocolos disponíveis na internet. Significa que você pode realizar uma ligação para qualquer funcionário ou cliente sem precisar utilizar uma linha telefônica.

Como a Telefonia IP funciona?

A Telefonia IP captura a voz que, na forma tradicional de comunicação, é transmitida por meio de dados analógicos. Esses dados são convertidos em pacotes que podem ser transmitidos por protocolo TCP/IP.

Para viabilizar essa operação, o primeiro passo é a instalação de um PABX IP que permita que a empresa adote a comunicação VoIP (Voz sobre Protocolos de Internet). Trata-se de uma central, que comandará o funcionamento de todos os aparelhos que forem habilitados pela organização.

Os dados vocais obtidos durante uma comunicação entre duas ou mais pessoas por meio desses aparelhos são transformados em informação binária e transmitidos por meio da internet. Esses aparelhos deverão estar equipados com a aplicação que faz a conexão com o PABX IP, além de possuírem itens como:

  • microfones;
  • alto-falantes;
  • placa de som;
  • conexão com a internet, utilizando cabo ou modem DSL.

Além disso, a tecnologia viabiliza que seja feita a conexão entre a internet e as linhas telefônicas convencionais, o que permite que Telefones IP possibilitem contato com aparelhos tradicionais.

Qual a tecnologia por trás da Telefonia IP?

Para entender melhor sobre como funciona a Telefonia IP, é importante entender qual a tecnologia por trás dela, ou seja, o que são, como atuam e qual a interação dos equipamentos e programas que permitem que ela opere. Para facilitar esse entendimento, separamos a seguir alguns de seus principais componentes e qual o papel de cada um deles dentro da Telefonia IP. Confira:

Como funciona a tecnologia VoIP

VoIP (Voice over Internet Protocol), também conhecida como Voz sobre IP ou voz sobre banda larga, consiste no roteamento da fala humana usando a web ou uma rede de computadores baseada no Protocolo de Internet (IP).

Em outras palavras, ela converte sinais de áudio analógicos, como os gerados em uma ligação, em dados digitais que podem ser enviados e recebidos por meio da Internet. Muitos softwares e equipamentos utilizam essa tecnologia no mundo todo, pois ela tem fornecido suporte para diversos serviços virtuais que requerem áudio.

Organizações que fornecem o serviço de VoIP, normalmente, são chamadas de provedoras, enquanto que os protocolos utilizados para transportar sinais de voz em uma rede IP são conhecidos como protocolos VoIP.

Por usarem apenas uma rede para carregar dados e voz, é possível diminuir despesas, principalmente quando os utilizadores já contam com uma rede que possa transportar dados VoIP sem custo adicional. Ligações de VoIP para VoIP quase sempre são gratuitas, mas de VoIP para redes públicas (PSTN) podem ter custos, apesar de, geralmente, serem menores.

Embora tenha recebido maior destaque no mercado na última década, essa tecnologia surgiu no começo dos anos 1990. Chegou até mesmo a frustrar as expectativas do mercado por causa de sua baixa velocidade de transmissão de dados na época. Contudo, devido à disseminação da Internet banda larga e aos investimentos na área, essa tecnologia ganhou mais espaço e desempenho, tornando-se uma opção viável, eficiente e com custos reduzidos.

Como é feita a transmissão do VoIP na prática

Para que a transmissão via VoIP seja possível, essa tecnologia captura a voz, que antes era enviada de modo analógico, e a converte em pacotes de dados. Esses podem ser mandados por qualquer protocolo TCP/IP, sendo convertidos novamente em voz em seu destino.

Basicamente, uma tecnologia VoIP simples permite a transmissão de dados de dois modos: de um computador para um telefone ou de um computador para outro.

Para entender melhor o processo, separamos um pequeno passo a passo:

  1. a pessoa remove o Telefone IP do gancho;
  2. um sinal é emitido para a aplicação sinalizadora do roteador, que indica que o telefone está fora do gancho;
  3. a aplicação emite um sinal de discagem;
  4. a pessoa digita o número do destinatário;
  5. os dígitos são acumulados e guardados pela aplicação da sessão;
  6. gateways comparam os dígitos com números programados. Em caso de coincidência, mapeia-se o endereço discado com o IP do gateway do destinatário;
  7. a aplicação de sessão aciona o protocolo de sessão sobre o IP. Isso é feito para estipular um canal de envio/recebimento para cada direção por meio da rede IP. Caso a chamada esteja sendo feita por um PABX, o gateway troca a sinalização analógica digital diretamente com essa plataforma, além de informar o estado da ligação;
  8. caso o destinatário atenda a chamada, estabelece-se um fluxo RTP (Real-time Transport Protocol) sobre UDP (User Datagram Protocol) entre o gateway de destino e o de origem, o que permite a conversação;
  9. após uma das extremidades da ligação desligar, a sessão é terminada.

Tipo de aparelho utilizado

Como mencionado, para utilizar o VoIP você precisará de um computador, uma rede de internet e um sistema que faça a conversão do áudio analógico em digital, transmitindo-o via internet.

Se você utilizar o computador para realizar uma ligação para um telefone tradicional, a voz igualmente é convertida em informação, que trafega pela web e é modificada para sinais analógicos. São esses sinais que serão recebidos nas ligações, nas centrais telefônicas, e pelos destinatários.

Para utilizar um telefone convencional para realizar ligações com a tecnologia VoIP, é preciso um equipamento conhecido como ATA (Adaptador Telefônico Analógico). Ele é um conversor analógico-digital que possibilita que você conecte um telefone tradicional ao seu computador, ou a sua conexão à web, para conseguir utilizar o VoIP.

Esse equipamento pega o sinal analógico do seu dispositivo telefônico e o transforma em dados digitais para serem transmitidos pela Internet. Existem provedores que entregam o ATA gratuitamente, porém em outros é preciso pagar por isso.

Vale destacar que é muito comum ocorrer uma confusão entre VoIP e Telefonia IP, no entanto, ambos têm diferenças. No VoIP, há o emprego de dispositivos convencionais para realizar a transmissão de dados via web, já os Telefones IP são equipamentos que se conectam diretamente à rede de computadores recebendo voz, imagens, entre outros dados. Eles se assemelham aos telefones comuns, mas utilizam conectores similares aos empregados pelas placas de rede dos computadores.

Basicamente, a Telefonia IP abrange o VoIP, além de outros serviços voltados para a telefonia, o que a deixa mais completa e com maiores potenciais para um ambiente corporativo. Também pode fazer uso de um sistema PABX, que fornece ramais e transferências de ligações entre diferentes dispositivos, aumentando a agilidade comunicacional, a eficiência e entregando outros benefícios para a empresa.

Aplicativos que devem ser instalados

Os aplicativos para que a Telefonia IP seja possível são geralmente fornecidos pelo provedor do serviço ou sistema PABX que conta com essa tecnologia, podendo disponibilizar também hardwares específicos para essa aplicação.

Além do serviço principal, o software proprietário do fornecedor poderá entregar outras ferramentas e funcionalidades, como compartilhamento de pastas, transferência de arquivos, transferência de ligações etc.

Quais os benefícios que a Telefonia IP pode trazer para a minha empresa?

Assim como qualquer tecnologia, a Telefonia IP tem vantagens e desvantagens para quem opta por esse tipo de serviço. A decisão é estratégica e deve seguir os objetivos da organização para o futuro.

Veja, abaixo, alguns prós e contras da Telefonia IP para que você possa embasar a sua decisão sobre contratar ou não o serviço.

Voz é apenas um dos recursos

Ao contratar um serviço de Telefonia IP você não limita a comunicação por voz da sua empresa aos contatos telefônicos. A tecnologia permite que você usufrua dos seguintes benefícios:

  • identificador de chamadas;
  • encaminhamento e reencaminhamento de chamadas;
  • conferências entre várias pessoas, por voz ou vídeo;
  • compartilhamento de dados e informações.

Conexão 24 horas por dia em qualquer lugar

Como você já viu, a Telefonia IP possibilita que qualquer aparelho conectado à internet permita a comunicação entre duas ou mais pessoas. Isso significa que você terá conexão 24 horas por dia e em qualquer lugar.

Imagine que você esteja em uma viagem de negócios e a sua presença é solicitada na equipe. Por meio da Telefonia IP você consegue manter contato com a sede da empresa sem precisar se deslocar até ela. Isso agiliza negócios, favorece a produtividade e permite maior rapidez no processo de tomada de decisões.

O número de telefone não muda

O número de telefone é atrelado ao seu IP, ou seja, independentemente do aparelho que você estiver utilizando, o número será sempre o mesmo.

Isso favorece a conectividade e faz com que os funcionários tenham mais disponibilidade para o negócio. No caso da telefonia convencional, qualquer mudança no número de telefone precisa ser acompanhada de comunicação para o restante dos funcionários e também para os clientes.

Baixo custo por ligação

Como funciona com base em Protocolos de Internet, a Telefonia IP não precisa das operadoras de telefone convencionais para realizar chamadas. Com isso, o custo por chamada cai drasticamente, principalmente se considerarmos as chamadas internacionais, que são bem mais caras do que as ligações locais.

Além disso, as chamadas entre dois aparelhos que utilizam a Telefonia IP não geram custos, o que torna a comunicação interna da empresa mais viável e barata.

Maior eficiência

O VoIP usado pela Telefonia IP ainda possibilita que múltiplas chamadas preencham o mesmo espaço na rede, o qual é ocupado só por uma ligação na telefonia convencional. Por exemplo, na rede tradicional, se 10 minutos de uma chamada consomem cerca de 10 minutos de transmissão a uma taxa de 128 Kbp/s, no VoIP a mesma ligação poderá preencher apenas 3,5 minutos, ou menos, a 64 kbp/s. Dessa forma, deixa-se livre o espaço restante para outras ligações.

Chamadas para números emergenciais

Não chega a ser uma desvantagem em 100% dos casos, porque depende muito do pacote de serviços contratados. Mas, em alguns casos, a Telefonia IP não permite ligações para números emergenciais, o que pode ser um fator de dificuldade. Telefones convencionais não sofrem com essa limitação.

Vale destacar que a entidade responsável pela regulamentação e fiscalização de telecomunicações no Brasil é a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), a qual também atua sobre alguns ramos da Telefonia IP e do VoIP.

Como você pôde perceber, a Telefonia IP possui mais vantagens do que desvantagens, o que a torna um diferencial competitivo quando o assunto é economia e maior eficiência comunicacional. Portanto, está na hora de você considerar esta tecnologia para aprimorar o fluxo de informações e a comunicação na sua empresa. Além disso, o relacionamento e o atendimento ao cliente podem ser melhorados significativamente.

Veja mais:

PRINCIPAIS FUNCIONALIDADES DE UM PABX EM NUVEM

 

 

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27 ago

Telefonia IP e VoIP entenda!!

Provavelmente você já deve ter se deparado em este termo. Mas afinal, o que é Telefonia IP?

Telefonia IP e VoIP são a mesma coisa?

Se não são, quais as diferenças?

A convergência para o mundo IP

Convergência tecnológica é um termo que, de uma maneira geral, é utilizado para designar a tendência de utilização de uma única infraestrutura de tecnologia para prover serviços que, anteriormente, requeriam equipamentos, canais de comunicação, protocolos e padrões independentes.

A popularização da internet e a necessidade de garantir a interoperabilidade de redes distintas acabou por tornar o seu protocolo (IP – internet protocol) como o padrão a ser adotado por todas as redes de dados, criando o que estamos chamando de convergência para o mundo IP.

Assim como as mais diversas indústrias, a da telefonia também não ficou incólume a esta mudança e seu grande impacto veio com a chamada convergência.

Numa visão prática, a convergência em telefonia nada mais é do que:

voz + dados => rede IP

Ampliando o conceito de convergência em telecomunicações podemos incluir a videoconferência e teremos o chamando triple play.

Alguns fatos que contribuíram para esta convergência:

  • Disseminação de redes IP;

  • Desregulamentação das telecomunicações;

  • Digitalização da telefonia;

  • Popularização da telefonia móvel.

Telefonia IP, VoIP, PBXIP ou IPBX

Todos os termos acima estão relacionados convergência da telefonia para o mundo IP, ou seja, fazer ligações telefônicas via uma rede IP.

VoIP: significa Voz sobre IP ( Voice over Internet Protocol). É o roteamento de conversação humana usando a internet, ou qualquer outra rede de dados baseada no protocolo IP (protocolo da internet), tornando a transmissão de voz mais um dos serviços suportado pela rede de dados.

Telefonia IP: é um termo mais amplo que abrange os equipamentos e as tecnologias de redes que utilizam o protocolo IP e o roteamento de pacotes para trafegar e encaminhar voz em redes públicas ou privadas. Simplificadamente podemos dizer que a telefonia IP prove a infraestrutura pela qual o VoIP trafega.

PABX IP, PBXIP ou IPBX:é um acrônimo para uma central telefônica IP, ou seja, é um equipamento ou conjunto de equipamentos que permitem disponibilizar a telefonia IP aos usuários em geral, normalmente pela substituição da central telefônica convencional existente ou PABX. São também chamados de Central Telefônica Inteligente por conta do grande número de funcionalidades disponíveis.

Avaliando o cenário

A disseminação da telefonia IP trouxe algumas mudanças em um modelo de negócio centenário e a quebra de alguns paradigmas. Dentre eles ressaltamos:

Independência de companhia telefônica

No modelo tradicional da telefonia o assinante (usuário) sempre necessitou contratar uma operadora de telefonia (PSTN) para que tivesse o serviço disponível. Pela necessidade de estar fisicamente conectado a rede desta operadora, as alternativas sempre se restringiam as empresas cuja rede chegasse ao endereço do cliente.

Na telefonia IP isto não é mais necessário, pois, via um link de dados (internet), é possível utilizar uma operadora que não tenha presença física no seu endereço, abrindo novas alternativas de fornecedores. Dentre estas novidades destacam-se:

  • Para uma empresa que tenha mais de uma unidade, a comunicação entre elas pode ser feita pelos links de dados dispensando a necessidade de uma operadora de telefonia;

  • Outra facilidade é o uso de softphones em smartphones, tablets ou notebooks, permitindo a criação de ramais internos que podem ser acessados via Internet, também sem a necessidade de uma operadora de telefonia;

  • Criação de números locais em localidades remotas sem a necessidade de um escritório local.

Independência de fornecedor

Outra característica do mercado tradicional de telefonia é que, uma vez optando por um fornecedor para sua central telefônica, também chamada de PABX, o usuário acabava ficando na total dependência do mesmo quanto a serviços e expansões.

Já na telefonia IP, as centrais telefônicas IP também chamadas de PABX IP, PBXIP ou IPBX, normalmente utilizam servidores padrão de mercado e softwares livres como o asterisk,que permitem a criação de centrais telefônicas totalmente independentes de fornecedor.

Vantagens da telefonia IP

Dentre as vantagens da telefonia IP destacam-se:

Econômicos:

  • Ganhos de escala: apenas uma única rede para todas as aplicações.

  • Economia com tarifas e custos de telecomunicações: redução de 25% a 60%.

  • Números locais em outras cidades ou regiões sem a necessidade de um escritório no local.

Técnicos:

  • Tecnologia conhecida e disseminada;

  • Requisitos de segurança necessários são os mesmos praticados para as redes de dados;

  • Padrão SIP permite soluções abertas sem mecanismos e protocolos proprietários;

  • Interoperabilidade entre equipamentos de fabricantes distintos.

Operacionais

  • Uma única equipe para administrar e manter uma rede de dados e voz;

  • Integração com outros serviços e sistemas;

  • Flexibilidade operacional, facilitando mudanças, crescimento da rede e novas aplicações;

  • Mudanças da posição dos ramais sem complicações;

  • Possibilidade de instalar e configurar independentemente de fornecedores;

  • Não gera dependência de um único fornecedor;

  • Não necessita de uma fiação telefônica segregada da rede de dados;

  • Fácil gerenciamento através de interfaces remotas.

Barreiras para adoção de telefonia IP

  • Confiabilidade/estabilidade das redes IP não é equivalente a rede de telefonia;

  • Eleva a sofisticação do gerenciamento da rede;

  • Novos cuidados com a segurança;

  • Maior complexidade no planejamento e implantação da rede.

Veja também:

6 (Seis) facilidades que a telefonia IP traz para empresas

 

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25 jul

O que é o 5G e como ele pode mudar as nossas vidas.

A quinta geração de internet móvel, 5G, pode ser lançada no ano que vem em alguns países. E promete velocidade de download 10 a 20 vezes mais rápida do que temos hoje.

Mas que diferença a nova tecnologia vai fazer, de fato, em nossas vidas? Vamos precisar comprar um telefone novo? Vai resolver o problema da falta de sinal para quem vive em áreas remotas?

O que é exatamente o 5G?

É a próxima geração de rede de internet móvel, que promete velocidade de download e upload de dados mais rápida, cobertura mais ampla e conexões mais estáveis.

Trata-se de utilizar melhor o espectro de rádio e permitir que mais dispositivos acessem a internet móvel ao mesmo tempo.

O que vai nos permitir fazer?

“O que quer que façamos agora com nossos smartphones, poderemos fazer mais rápido e melhor”, diz Ian Fogg, da OpenSignal, empresa de análise de dados móveis.

“Pense em óculos para realidade aumentada, realidade virtual móvel, vídeos com qualidade muito superior, a internet das coisas tornando as cidades mais inteligentes.”

“Mas o que é realmente empolgante são todos os serviços novos que serão criados e que não podemos prever”, acrescenta.

Imagine uma profusão de drones contribuindo com missões de busca e salvamento, avaliação de incêndios e monitoramento de tráfego, todos se comunicando sem fio uns com os outros e com bases terrestres por meio de redes 5G.

Da mesma maneira, muita gente acredita que a nova tecnologia será crucial para que veículos autônomos “conversem” entre si, leiam mapas e dados de tráfego em tempo real.

Quem joga games no celular deve notar menos atraso – ou latência – ao pressionar um comando e ver o efeito na tela. Os vídeos para dispositivos móveis prometem ser quase instantâneos e sem falhas.

As vídeochamadas, por sua vez, devem se tornar mais claras e menos irregulares, enquanto dispositivos para exercícios poderão ser usados para monitorar sua saúde em tempo real, notificando os médicos assim que houver qualquer emergência.

Como funciona?

Há uma série de novas tecnologias que podem ser aplicadas – mas os padrões ainda não foram definidos para todos os protocolos 5G. Faixas de frequência mais altas – de 3,5 GHz (gigahertz) a pelo menos 26 GHz – têm uma capacidade maior, mas como seus comprimentos de onda são menores, significa que seu alcance é mais curto – ou seja, são bloqueados mais facilmente por objetos físicos.

Assim, é provável que surjam módulos de antenas de telefonia menores, próximos ao chão, propagando as chamadas “ondas milimétricas” entre um número bem maior de transmissores e receptores. Isso vai permitir uma cobertura mais ampla.

É muito diferente do 4G?

Sim, é uma nova tecnologia de rádio. Mas pode ser que você não note logo de cara a melhora da velocidade, já que o 5G deve ser usado inicialmente pelas operadoras como uma forma de aumentar a capacidade das redes 4G LTE existentes, garantindo um serviço mais consistente aos clientes.

A velocidade que você vai receber dependerá de qual espectro de radiofrequência a operadora vai utilizar e de quanto investirá em novas antenas e transmissores.

Então, quão rápida a rede 5G pode ser?

Atualmente, as redes móveis 4G mais rápidas oferecem, em média, aproximadamente 45Mbps (megabit por segundo), mas a indústria ainda tem esperança de alcançar 1Gbps (gigabit por segundo = 1.000Mbps). A fabricante de chips Qualcomm acredita que o 5G pode atingir velocidade de navegação e download cerca de 10 a 20 vezes mais rápida.

Imagine poder baixar um filme de alta definição em apenas um minuto.

Isso será possível para redes 5G construídas ao lado de redes 4G LTE existentes. Em contrapartida, as redes 5G independentes, que operam dentro de frequências muito altas (digamos, 30GHz), poderiam chegar facilmente a velocidades de navegação superiores a 1Gbps como padrão. Mas isso só deve acontecer alguns anos depois da implantação.

Por que precisamos dela?

O mundo está se tornando móvel e consumimos mais dados a cada ano, especialmente à medida que aumenta a popularidade do streaming de vídeo e música. As faixas de frequência existentes estão ficando congestionadas, levando a falhas no serviço, especialmente quando muitas pessoas da mesma região tentam acessar serviços online ao mesmo tempo.

O 5G é muito mais eficiente em lidar simultaneamente com milhares de dispositivos – de celulares a sensores de equipamentos, câmeras de vídeo e iluminação urbana inteligente.

Quando será o lançamento?

A maioria dos países não deve lançar a tecnologia 5G antes de 2020, mas a Coreia do Sul pretende sair na frente e oferecer o serviço a partir do ano que vem – suas três maiores operadoras concordaram em começar ao mesmo tempo. A China também está correndo para estrear a tecnologia em 2019.

Enquanto isso, autoridades reguladoras de todo o mundo têm realizado leilões de faixas de espectro para empresas de telecomunicações, que estão testando com fabricantes de celulares os novos serviços.

Vou precisar de um telefone novo?

Sim, infelizmente. Mas quando o 4G foi lançado em 2009/2010, os smartphones compatíveis entraram no mercado antes da infraestrutura ser totalmente implementada, o que levou à frustração de alguns consumidores, que passaram a pagar mais caro por um serviço ainda instável.

Segundo Ian Fogg, os fabricantes de celulares provavelmente não vão cometer o mesmo erro desta vez. Eles devem lançar os aparelhos 5G apenas quando as novas redes estiverem prontas, possivelmente no fim de 2019. Esses novos telefones poderão perfeitamente alternar entre as redes 4G e 5G para oferecer um serviço mais estável.

Será o fim do telefone fixo?

Não. As empresas de telecomunicações investiram muito em fibra ótica e banda larga por linhas fixas para abrir mão delas tão depressa. Os serviços de banda larga domésticos e de escritório serão por muitos anos, sobretudo fixos, embora o chamado acesso fixo sem fio seja disponibilizado em paralelo.

Por mais que a conexão sem fio seja boa, muitos preferem a estabilidade e segurança dos cabos físicos.

Pense na rede 5G móvel como um serviço complementar, para quando estamos por aí, interagindo com o mundo ao nosso redor. Também facilitará a aplicação da tão falada “internet das coisas” (conexão entre o mundo físico e a internet).

Vai funcionar em áreas rurais?

A falta de sinal e a baixa velocidade de transmissão de dados em áreas rurais é uma queixa comum no Reino Unido e em muitos outros países. Mas o 5G não vai resolver necessariamente este problema, pois vai operar em bandas de alta frequência – pelo menos no início – que têm muita capacidade, mas cobrem distâncias menores. O 5G será predominantemente um serviço urbano para áreas densamente povoadas.

Bandas de frequência mais baixa (600-800 Mhz, geralmente) são mais adequadas para distâncias maiores, então, as operadoras de rede vão se concentrar em melhorar sua cobertura 4G, em paralelo à distribuição 5G.

Mas a realidade comercial significa que, para algumas pessoas que vivem em áreas muito remotas, a conexão ainda será, na melhor das hipóteses, instável, se não houver subsídios do governo que tornem vantajoso para as operadoras chegar a esses lugares.

 

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10 jul

B2B2C: entenda esse novo conceito

B2B2C: entenda esse novo conceito

Veja quais são as vantagens e como funciona o processo de utilização dessa estratégia.

B2B2C é um conceito de vendas pela internet que inclui toda a cadeia comercial, desde a indústria até o consumidor final. Esse sistema permite que a indústria venda ao consumidor final sem prejudicar a cadeia e de maneira que o varejista não seja afetado negativamente por essa venda direta. Pois, de fato, não será mais uma venda direta, mas uma venda que incluirá o varejista no processo. O fluxo funciona da seguinte forma: a indústria vende para o varejista, em uma transação B2B, e o varejo repassa ao consumidor final, em uma relação B2C, a partir de uma mesma plataforma de e-commerce.

Traduzindo: o B2B2C é o comércio eletrônico que atrai novos mercados e clientes por meio de parcerias com empresas de produtos e serviços orientados para os consumidores finais. Os dois negócios unem forças para promover mutuamente soluções benéficas com produtos e serviços.

Você certamente já ouviu falar em empresas B2B e B2C, denominações amplamente conhecidas nos dias de hoje. Mas como o mundo não para de rodar e o mercado nunca deixa de evoluir, uma nova tendência vem se desenhando no momento: a do B2B2C. Com uma abordagem mista e resultados diferenciados, cada vez mais empresas estão adotando essa estratégia na realização de negócios e na expansão de seu horizonte. Mais do que isso, o B2B2C também vem imprimindo profundas transformações na cadeia de suprimentos e na forma como ela é abordada, mudando toda a logística dos empreendimentos que dela se utilizam. Quer entender esse conceito, avaliar suas vantagens e decidir se pode fazer dele bom uso? Confira a seguir:

No que consiste o B2B2C?

O B2B2C é um conceito relativamente novo que diz respeito à forma como os negócios se realizam. É a abreviação de Business to Business to Customer esignifica que a operação de venda é realizada primeiramente para uma empresa e, então, para um cliente final. De outro ponto de vista, também podem ser consideradas empresas B2B2C aquelas que vendem no atacado e no varejo. Mas o conceito mais amplo está relacionado à criação dessa nova cadeia logística de venda totalmente interligada. Com isso, uma empresa não precisa deixar de ser B2B ou B2C e, ainda assim, pode adotar uma estratégia B2B2C para casos específicos.

E como o processo se dá?

Para entender realmente como acontece o processo de vendas do B2B2C, imagine uma grande marca que possui um sistema de revenda. Em determinado momento, um cliente entra no site do revendedor e escolhe o produto que deseja comprar. Ao fazer a transação, o que acontece, na verdade, é que a distribuidora realiza essa venda diretamente, mas a empresa revendedora também recebe uma parcela do valor da compra. Assim se configura um caso de B2B2C.

Muito empregada em e-commerces, a estratégia representa uma opção para que a empresa do tipo B2B chegue ao consumidor de maneira indireta. Como a empresa B2C faz parte do processo, também lucra com a operação, gerando resultados positivos para ambos os lados. Esse tipo de modelo de negócio também é conhecido por sua característica de win-win-win, ou seja, não só as duas empresas, mas até mesmo o consumidor se beneficiam de algum modo do processo de vendas.

Que tal alguns exemplos?

Como o B2B2C cria uma cadeia logística própria, de modo a entregar valor para o cliente final, ele nem sempre precisa ser um modelo caracterizado apenas pela revenda de produtos de maneira intermediada. Na verdade,o conceito pode ser considerado, por exemplo, quando uma empresa fornece uma plataforma para que outra produza, gerando lucro ao oferecer o produto final para o cliente.

De maneira semelhante, uma parceria comercial para aumentar o conhecimento das marcas também pode ser considerada como um modelo B2B2C. Isso normalmente acontece quando o crescimento da primeira empresa depende necessariamente do crescimento da segunda, criando uma cadeia positiva de valor. Em 2012, a Cielo e o Facebook lançaram um projeto piloto de B2B2C,com o objetivo de integrar o mundo de compras ao universo virtual. Essas gigantes se uniram, integrando o Facebook às máquinas de cartão, para que os clientes pudessem realizar check-in e, com isso, aproveitar algumas promoções relacionadas ao resgate. Com isso, tanto o Facebook quanto a Cielo ganhariam exposição e o cliente se beneficiaria das vantagens oferecidas.

Outro exemplo de atuação B2B2C foi adotado pela Alelo, empresa de cartões de benefícios, em 2015. Na época, a empresa desenvolveu um aplicativo para relógios inteligentes, de forma a obter mais informações sobre dados e hábitos dos clientes, melhorando toda a iniciativa. Aliás, muitos aplicativos e softwares baseados na nuvem também possuem uma atuação B2B2C, fornecendo recursos de TI para que negócios possam oferecer soluções diferenciadas e mais ajustadas às necessidades de seus clientes.

Dentro do universo e-commerce, um dos mais bem-sucedidos exemplos de B2B2C são os marketplaces, em que uma empresa teoricamente do tipo B2B agrega diferentes e-commerces para garantir maior fluxo de clientes e mais oferta e competitividade. E com tudo integrado em uma única plataforma, os clientes também saem ganhando.

Qual o impacto no mercado?

Mais do que apenas diferenças entre o consumidor de uma empresa B2B e de uma empresa B2C, o mercado está sendo fortemente transformado pelo B2B2C pelas mudanças relativas à cadeia de suprimentos. Isso significa, por exemplo, que a empresa que adota esse tipo de estratégia agora não foca apenas em oferecer um bom produto ou serviço, mas também deve se preocupar com o sucesso do empreendimento que negocia com ela. O sucesso dessas empresas passou a ser codependente. Daí vem a mudança na visão da cadeia de suprimento.

Além disso, ao adotar o B2B2C, a empresa também começa a se preocupar, ainda que em menor grau, com a experiência do usuário final e como isso vai impactar os seus negócios. Com isso, o consumidor ganha mais poder de decisão e a cadeia de suprimentos se torna ainda mais complexa. Todo esse cenário leva, inclusive, à necessidade de mudar a gestão de equipes para que possam se adaptar à nova realidade.

Quais as vantagens do B2B2C?

Cada vez mais utilizado, o modelo B2B2C traz algumas vantagens importantes para as empresas que passam a adotá-lo. A primeira delas diz respeito ao aumento do brand awareness, ou seja, da exposição da marca. Esse impulso acontece, inclusive, em relação ao consumidor final, permitindo que a empresa alcance novos mercados em potencial. Outra vantagem reside na escalabilidade, já que esse modelo de negócio facilita o aumento dos resultados sem que isso signifique, necessariamente, elevação de custos.

A diferenciação de mercado e a vantagem competitiva também surgem como vantagens da adoção desse tipo de estratégia. Melhorias no posicionamento, na segmentação e na lucratividade dos empreendimentos em geral são mais duas grandes vantagens desse tipo de abordagem.

O B2B2C é um conceito relativamente novo, mas extremamente promissor. Com uma abordagem focada na criação de uma cadeia de suprimentos muito mais complexa e integrada, essa estratégia de negócios promete dominar o mercado e transformar a maneira como as transações comerciais são feitas atualmente.

 

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04 jul

Comunicação Unificada – Como ela pode revolucionar seu Dia a Dia!!

Já ouviu falar de Comunicação Unificada (UC)?

Sabia que a UC pode otimizar a rotina do seu negócio facilitando o dia a dia organizacional tornando as interações e rotinas mais simples e ágeis?

Já ouviu falar de Comunicação Unificada (UC)?

Como a Comunicação Unificada (UC) pode mudar e muito – para muito melhor – a rotina de qualquer empresa!

Não importa se sua empresa é micro, pequena, média ou grande, com certeza a Comunicação Unificada (UC) pode facilitar o dia a dia organizacional da seu negócio tornando as interações e rotina mais simples e ágeis!

Afinal, o que significa UC?

Para aqueles que não estão familiarizados com a sigla em inglês, UC (Unified Communication) é a integração de serviços de comunicação em tempo real, tal como mensagem instantânea, telefonia (incluindo IP), videoconferência, controle de chamadas, reconhecimento de fala, SMS, entre outros serviços diversos. Uma plataforma integrada une todos esses serviços e mídias, podendo ainda ser acessado por meio de múltiplos dispositivos (celular, notebook, tablet).

Pense na seguinte situação. Um gerente precisa urgentemente fazer uma mudança no discurso de vendas do seu produto e decide comunicar os mais de 20 revendedores sobre a nova abordagem. Para falar com todos, o gerente conecta uma videoconferência para conversar com todos – cada um de uma localidade diferente. Por meio dela é possível fazer a apresentação, compartilhar mídias, interagir e conversar com todos como se estivessem em uma mesma sala. Ele recebe perguntas e pode respondê-las ao vivo ou por mensagens instantâneas. Tudo de forma rápida, segura e efetiva.

Toda essa agilidade na comunicação tem ditado um novo ritmo aos negócios e à concorrência, facilitando sobremaneira a rotina diária e sendo um diferencial competitivo para as empresas que aplicam a UC em seus negócios.

Mercado em crescimento

Segundo estimativas da Global Market Insights, o mercado de comunicações unificadas irá movimentar US$ 96 bilhões em 2023. É um segmento que deverá ganhar ainda mais força nos próximos anos devido a popularização dessas tecnologias nas corporações e pela modalidade de comercialização do serviço ofertado em nuvem.

Assim, o cliente não precisa ter nenhuma plataforma ou equipamento hospedado em sua empresa, diluindo significativamente o custo de implementação e simplificando a gestão de comunicação. Dessa forma, empresas de qualquer porte ou ramo de atividade têm acesso às ofertas. Ainda segundo a consultoria, a tendência é que metade das empresas que já utilizam soluções de UC as migrem para o modelo de UCaaS (UC as a Service) até 2020.

Quais os ganhos da sua empresa ao investir em UC?

Entre as principais razões para se investir em UC estão a redução de custos no longo prazo, facilidade para a área de TI manter funcionando um único sistema, simplificação em fazer backups e arquivamentos, além de um significativo ganho de agilidade e mobilidade.

Pense que a Comunicação Unificada oferece à sua empresa a possibilidade dos profissionais se comunicarem de qualquer lugar, seja do carro, de casa, de um restaurante ou de um hotel durante viagem de negócios.

Uma importante recomendação é que se as aplicações de comunicações unificadas estão na nuvem ou em um cliente do data center, elas devem possuir um nível maior de segurança. Recomenda-se que os clientes instalados em dispositivos de usuários usem protocolos como o TLS, SSL, IPSEC, que são ferramentas importantes para combinar estes mecanismos e MDM.

A informação a um clique

Outro ponto importante que deve ser considerado ao se instalar a UC é o planejamento e a customização. Acessar todas as informações necessárias para se comunicar de forma rápida, seja com alguém dentro da empresa ou fora dela, é o principal objetivo da UC.

Assim, para que a ferramenta seja realmente efetiva é preciso entender os processos de comunicação – tanto da comunicação interna quanto externa, dependendo do caso – e as formas de interação para que o desenvolvimento da plataforma responsável por unificar todos os serviços seja de fácil manejo e intuitiva.

Com a chegada e evolução das tecnologias, não há dúvidas de que a comunicação unificada transforma empresas e se tornou uma enorme vantagem competitiva do mundo digital. Se você não quer ficar para trás, invista nisso.

O que você achou do conteúdo de hoje sobre Comunicação Unificada? Ele foi enriquecedor para você? Compartilhe a sua experiência nos campos abaixo!

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23 jun

A breve história da Blockchain

A breve história da Blockchain

A blockchain já causou algum impacto no mundo corporativo, mas a previsão é de que essa tecnologia revolucione de vez a forma de se fazer negócios.

A breve história da Blockchain

O consultor especializado em estratégias corporativas, Don Tapscott, em artigo publicado na Harvard Business Review, em maio de 2016, já antecipava o poder da tecnologia blockchain. Segundo o especialista, o impacto causado na sociedade e nos negócios com o surgimento da internet poderá ser experimentado novamente, no mundo corporativo, a partir do avanço dessa inovação.

Outras inovações, que também causaram profundas revoluções, ocorreram sem que as pessoas esperassem ou percebessem em um primeiro momento; elas simplesmente foram implementadas no dia a dia de cada um, de forma natural, no seu tempo, sem grandes alardes. Os smartphones, por exemplo, que impulsionaram a era da vasta produção de dados, só existem há uma década.

Há cerca de 10 anos, pode-se dizer que a sociedade, sobretudo nas relações corporativas, também vivencia uma profunda revolução, propiciada pela chamada blockchain. A blockchain é uma base de dados distribuídos, que mantém uma lista crescente e contínua de registros ordenados, chamados “blocos”.

De modo mais específico, essa tecnologia estabelece bases de registros e dados distribuídos e compartilhados, cuja função é criar um índice global para todas as transações que ocorrem em um determinado mercado. Funciona como um livro-razão (de contabilidade), só que de forma pública, compartilhada e universal, que cria consenso e confiança na comunicação entre todas as partes, sobre todas as informações, todos os saldos, e todas as transações das contas de cada registro transacional ou comercial, sem o intermédio de terceiros.

Onde surgiu e como funciona a blockchain

Como se pode prever, a blockchain é uma inovação disruptiva, que irá modificar totalmente as formas de fazer negócio, seja localmente ou globalmente. Esse conceito originou-se de um breve estudo de 2008, publicado sob o pseudônimo de Satoshi Nakamoto -assunto controverso, pois não se sabe ainda quem é o verdadeiro autor (ou autores) envolvido nessa publicação, intitulado “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System”. Foi a partir deste primeiro estudo e da criação da rede Blockchain Bitcoin, em 2009, também atribuída a Sakamoto, que todas as inovações relacionadas a essa tecnologia puderam surgir também. Os princípios básicos que regem essa inovação são:

  • Peer-to-peer:o princípio de rede ponto a ponto para a transferência de dinheiro eletrônico permite que os pagamentos digitais sejam realizados de uma parte a outra sem o intermédio de um terceiro, isto é, não é necessária a mediação de uma instituição financeira ou governamental.
  • Descentralização:nesse mesmo viés, existe o princípio de que, de forma alguma, deve existir uma terceira parte ou um regulador para prevenir o problema do duplo gasto, já que a solução peer-to-peer precisa ser autossuficiente.
  • Proof-of-Work:segundo o princípio da prova de trabalho, a rede envolvida nas transações recebe uma identificação única, criptograficamente calculada, a partir do horário exato da rede, formando um registro que inviabiliza a alteração ou adulteração das transações, porque, para isso, elas teriam que ser totalmente recalculadas de forma retroativa em todas as réplicas, gerando um esforço computacional gigantesco.
  • Consenso:as transações válidas são legitimadas por um consenso da maior parte dos participantes da rede. Isto é, o maior encadeamento de transações indica qual o bloco será aceito pela maioria, reforçando a dispensabilidade de uma figura central.
  • Sincronização:conforme este último princípio, qualquer participante que temporariamente se desligar da rede, assim que retornar, será automaticamente obrigado a aceitar o maior bloco encadeado de transações. Isto torna a estrutura a menor possível para a continuidade do processamento das transações.

As 5 inovações que giraram em torno da tecnologia blockchain

Com o objetivo de apresentar um panorama a respeito dessa silenciosa revolução no mundo dos negócios, lista-se, a seguir, uma breve cronologia das inovações surgidas através da tecnologia blockchain e quais são as perspectivas de mudanças a partir dessa inovação para os próximos anos.

1 – Bitcoin

A primeira grande inovação da blockchain foi a bitcoin, a moeda virtual mais utilizada no mundo hoje. Essa moeda digital é do tipo criptomoeda descentralizada, considerada como a responsável pelo ressurgimento do sistema bancário livre. A bitcoin permite a transação financeira sem intermediários, mas verificadas por todos os nós da rede Bitcoin peer-to-peer, que são gravadas no banco de dados blockchain. A capitalização de mercado da bitcoin atualmente oscila entre US$ 10 e 20 bilhões e é usada por milhões de pessoas para pagamentos, incluindo um mercado de remessas amplo e em expansão.

2 – Blockchain

A segunda inovação foi a própria tecnologia conhecida como blockchain, que surgiu graças à percepção de que a tecnologia básica que operava a bitcoin podia ser separada da moeda e ser usada também em todas as outras formas de cooperação interorganizacional.

3 – Smart Contracts

Os contratos inteligentes são a terceira inovação, que foi inserida na segunda geração do sistema da blockchain, intitulado Ethereum. Trata-se de um protocolo de computador auto executável, criado a partir da popularização das criptomoedas, cujo objetivo é reforçar a negociação ou desempenho de um contrato, proporcionando confiabilidade em transações online. Além disso, os smart contracts visam permitir que pessoas desconhecidas façam negócios de confiança entre si, pela internet, sem a necessidade de intermédio de uma autoridade central. A plataforma ethereum de smart contracts atualmente tem um mercado de capitalização de cerca de US$ 1 bilhão, com centenas de projetos direcionados ao mercado.

4 – Proof of Stake

As atuais gerações de blockchain são protegidas pela proof of work (prova de trabalho), na qual o grupo com maior capacidade de processamento total toma as decisões da rede. A chamada proof of skate (prova de participação) é um modelo alternativo a esse primeiro protocolo, e surgiu com o objetivo de resolver o problema do alto consumo de energia da bitcoin.

5 – Blockchain Scaling

A quinta maior inovação é a blockchain dimensionada, cujo objetivo é acelerar o processo de transação que, hoje, é considerado lento. Essa inovação permite prever quantos computadores são necessários para validar cada transação e distribuir o trabalho de forma eficiente, garantindo mais velocidade ao processo, sem sacrificar a segurança.

Você conhece a fundo a tecnologia blockchain e as inovações em torno dela? A sua empresa já está atenta às revoluções que essa tecnologia proporciona? Não deixe de buscar informações a esse respeito, porque as previsões são de que as mudanças atuais ainda estão em fase inicial e irão avançar muito mais. Compartilhe a sua visão sobre essas transformações.

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01 jun

7 passos para fazer seu negócio digital crescer

Conheça 7 estratégias fundamentais para escalar seu negócio digital

7 passos para fazer seu negócio digital crescer

Negócios 100% digitais são uma forte tendência atualmente, sobretudo para micro e pequenas empresas que desejam extrapolar as fronteiras de consumidores locais e atender um público ainda maior. Ao mesmo tempo que o business digital está em alta e consegue proporcionar que um negócio se torne escalável, manter-se forte e relevante no mercado online exige constante inovação e estratégia.

Para se destacar frente a um público global, que é constantemente bombardeado com o marketing agressivo de inúmeras empresas, todo negócio inserido no contexto digital deve elaborar estratégias detalhadas e de impacto,para que não fique estagnado e possa conquistar uma maior fatia de consumidores. Nesse sentido, apresenta-se, a seguir, 7 passos fundamentais capazes de garantir melhores resultados a empreendimentos digitais.

 

1 – Delimite sua persona

Antes de elaborar qualquer estratégia para escalar uma empresa digital, é necessário definir qual é a persona do negócio. Isto é, qual é o perfil ideal de cliente que aquele negócio pretende atingir. Essas personas são uma espécie de personagens fictícios criados a partir da análise de pesquisas de consumidores reais e funcionam como um guia para todas as ações de marketing da empresa.

Delimitar a persona é fundamental para que a empresa saiba,exatamente,para quem deve direcionar todas as suas ações, como a criação de artigos, vídeos, imagens, infográficos, e-books, podcasts etc. Saber qual é o perfil específico que o negócio deseja atingir aumenta consideravelmente as chances de engajar o público certo e, com isso, atrair mais clientes.

2 – Trace um objetivo

Ainda que o objetivo geral de qualquer empresa digital seja atrair maior visibilidade para o seu negócio, é necessário estabelecer objetivos específicos e detalhados, pensando em quais resultados se pretende alcançar, quais são as metas desejadas pela empresa, quais são os prazos e datas etc.

A fim de delimitar objetivos concretos e reais, o empreendedor pode fazer uma análise dos resultados conquistados nos últimos meses em seu negócio e projetar novas perspectivas, baseadas em dados e informações precisas. Para tanto, o ideal é contar com ferramentas especializadas de gestão.

3 – Tenha um blog da marca

Produzir conteúdos em diferentes plataformas digitais é uma forma de tornar o negócio uma fonte especializada em determinado nicho. Por isso, ter um blog com bons conteúdos sobre o universo de produtos e serviços oferecidos pela empresa é uma forma de conferir credibilidade ao negócio e, por consequência, atrair clientes que realmente estejam interessados em consumir e optam pela empresa que possui mais conhecimento naquele tema.

Para que isso seja realmente funcional, a empresa deve publicar em seu blog conteúdos que realmente agreguem valor a sua persona, sem que aquilo pareça uma venda. Em outras palavras, o cliente não quer saber inicialmente o que você vende, mas qual é sua visão de especialista sobre determinado assunto.

Nesse sentido, um blog de uma Universidade de Ensino a Distância pode, por exemplo, produzir conteúdos a respeito de profissões em alta no mercado de trabalho e quais são os cursos de graduação que qualificam para aquela função. Ou uma loja online de moda praia pode dar dicas sobre como cuidar da saúde durante os dias do verão,quais são as tendências em óculos de sol daquele ano,dentre outros conteúdos.

4 – Faça um bom gerenciamento de suas redes sociais

No mesmo nível de importância de ter um blog com conteúdos relevantes, ter uma forte presença nas mídias sociais é fundamental para atrair novos consumidores. Partindo da persona que foi definida, a empresa já pode direcionar sua comunicação para um determinado público, de acordo com as redes sociais que mais se adequam àquele perfil.

Para isso, a marca deve estar presente, pelo menos, na rede social mais utilizada por sua persona. Além disso, deve-se estabelecer estratégias para interagir, engajar e conquistar esse público. Essas estratégias também devem seguir a lógica de conferir autoridade sobre determinado assunto, por isso, a publicação de conteúdos que sejam,de fato,relevantes é fundamental.

5 – Saiba quais são e invista nos seus diferenciais

Seguindo a mesma lógica dos negócios offline, os negócios online só irão crescer se conseguirem mostrar quais são seus diferenciais para o seu público. Para tanto, deve-se, primeiramente, identificar quais são os pontos de destaque do negócio diante de seus concorrentes e, além disso, entender o que o mercado quer de novidade.

Tendo essas duas informações, o negócio precisa comunicar a sua audiência digital quais são os seus pontos fortes e, simultaneamente, investir em inovações que o mercado consumidor deseja. Esse último aspecto pode ser detectado, ainda, a partir da criação de soluções para problemas apontados pelos clientes.

6 – Automatize os processos do seu negócio

O processo de escalonamento de um negócio também perpassa pela capacidade de automação de algumas operações. Para tanto, analisar métricas é fundamental. Por isso, o gestor deve estudar detalhadamente todas as estratégias já implementadas em seu negócio, a fim de verificar o que deu mais certo e o que pode ser abandonado. A partir desses dados, deve-se investir em padronizar e automatizar as próximas ações, ou seja, utilizar com maior frequência os métodos que mais deram certo, de forma padronizada.

Praticamente todas as ações podem ser padronizadas, como compartilhar conteúdos no blog nos horários de maior audiência, fazer posts nas redes sociais nos dias em que o público está mais disposto a se engajar, replicar os temas que mais funcionam em um e-mail marketing etc.

7 – Conte com uma provedora de serviços de TIC especializada

Considerando os 6 passos anteriores, a última estratégia funciona como o elo entre eles, aquilo que fará com que tudo funcione plenamente. Mais especificamente, para que todas as ações digitais tenham sucesso e proporcionem melhores resultados para determinada empresa online, é necessário que o negócio esteja amparado por uma provedora de serviços de Tecnologia da Informação e de Comunicação (TIC)especializada.

Nesse sentido, a Mais Telecom é a parceira ideal, pois tem vasta expertise em soluções de TIC, além de oferecer múltiplos serviços integrados, como voz, dados, internet, nuvem etc. Ademais, todos esses serviços podem ser contratos sob demanda, isto é, o cliente pode escolher personalizar todas as soluções conforme sua necessidade, garantindo mais economia de recursos e a plena disponibilidade de seu negócio digital.

Agora que você já sabe os 7 passos fundamentais para o crescimento do seu negócio digital, pretende contar com alguma solução de TIC da Mais Telecom? Gostaria de acrescentar mais algum item a essa lista? Compartilhe sua opinião na seção de comentários e conheça os produtos da Mais Telecom para sua micro e pequena empresa.

Acesse: http://maistelecom.com.br/ou agende uma visita com nossos consultores.

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23 maio

Três grandes passos para a transformação digital da sua empresa

Transformação digital na prática: como é possível reconhecer o melhor que a tecnologia lhe oferece para aplicar à realidade da sua empresa?

Três grandes passos para a transformação digital da sua empresa

O norte-americano Bill Gates, um dos mais admirados gênios da informática e da gestão de grandes empresas, atribui o sucesso no mundo corporativo àqueles que não possuem receio de ousar: “A única forma de atingir um cenário super positivo é através de uma grande inovação. A inovação realmente muda o jogo”.

O mundo muda a cada dia. Com as constantes produções tecnológicas, transformam-se também o modo de fazer negócios, de se relacionar com seus clientes, de atrair novos investimentos e de alavancar o reconhecimento de sua marca. Mas por trás de todos esses resultados, é necessário aplicar uma gestão estratégica da empresa, com inteligência suficiente para saber aproveitar o que de mais interessante a tecnologia dispõe.

Para isso, é impossível ignorar as potencialidades oferecidas pelas ferramentas digitais. A transformação digital é um conceito necessário de ser entendido por qualquer gestor atento às novas condições do mercado. Utilizar os softwares coerentes no dia a dia da corporação é sinônimo de uma considerável redução de erros, mão de obra, custos, protocolos e tantas outras dores de cabeça.

Mesmo as empresas mais presas ao passado utilizam de algum nível de digitalização em seus negócios. No entanto, muitos ainda deixam de usufruir todas as potencialidades que poderiam, facilmente, otimizar seu tempo, lucro e serviço. Mas, por onde começar?

Até mesmo um manager disposto a transformar sua empresa digitalmente pode se sentir confuso diante de tantas ferramentas disponíveis. Esse guia vai explicar, então, o que é a transformação digital, como é possível reconhecer o que de melhor a tecnologia lhe oferece para aplicar à realidade da sua empresa e, por fim, como colocar em prática esses novos aliados.

O que é digitalização e o que ela traz de positivo?

A transformação digital é um termo empregado para a passagem inteligente dos processos empresariais antes feitos de forma analógica (física) para um meio digital. Na prática, é tornar mais simples, automático, cômodo e otimizado.

Tudo pode ser contemplado por meio da digitalização, desde ações simples (programar as escalas de férias dos funcionários) até soluções grandiosas capazes de potencializar lucros e evolução dos produtos (utilização de conceitos como Big Data, Internet das Coisas e Blockchain).

Ao todo, estima-se que haja 11 bilhões de dispositivos móveis conectados à internet ao redor do planeta. Isso rompe barreiras geográficas e se apresenta como uma globalizada fonte de opções a ser trabalhadas. Ferramentas permitem que você visualize a operação da sua própria empresa, estando em qualquer lugar do mundo.

Engana-se quem acredita que isso se aplique apenas a empresas de tecnologia. Todos os segmentos (agronegócio, indústrias, bancos, atacados etc) estão propensos a evoluir com esta nova realidade.

  • Identifique a realidade de sua empresa

O primeiro passo para transformar sua empresa digitalmente é identificar em qual estágio de avanço ela se encontra. Geralmente, as organizações podem ser classificadas em quatro fases digitais. Na primeira e mais carente de desenvolvimento, encontram-se as corporações com alta adesão dos processos analógicos e resistência do grupo gestor a investir em novos instrumentos. As ferramentas são denominadas imaturas. Nesses casos, o departamento de TI tem pouca visibilidade e integração com as demais áreas. Para melhorar o serviço, os gestores de TI precisam estreitar relações para definir em conjunto novas aplicações tecnológicas.

Em segundo estágio, existem os ambientes que já estão em processo prático de implementação de suas tecnologias, mas que contemplam baixa interação entre os departamentos. Para modificar esse cenário, os líderes precisam promover ações que ampliem o diálogo da TI e demais setores.

O terceiro quadrante de desenvolvimento é quando o departamento de TI é altamente integrado aos demais setores. No entanto, as tecnologias utilizadas não atendem às expectativas da empresa. Nesse caso, os gestores devem solicitar estudos de aplicabilidade de novas tecnologias.

As empresas mais desenvolvidas e que atingiram o grau máximo de transformação digital são aquelas onde são empregadas tecnologias altamente eficientes, aliadas a uma harmoniosa interação entre TI e os demais departamentos. Colaboradores de empresas nesse estágio tornam-se mais engajados com a corporação, incorporando conceitos como a mobilidade.

  • Proponha resultados

A digitalização é uma facilitação de processos, não uma complicação. Antes de realizar qualquer mudança e investir em determinada ferramenta, é preciso conhecer quais pontos da cadeia produtiva de sua empresa são frágeis e devem ser desenvolvidos.

O plano de digitalização precisa partir de uma questão inicial que responda quais resultados você quer atingir no curto, médio e longo prazo. Responder a essa pergunta é essencial para te dar um norte sobre quais atuais processos adotados estão indo contra as suas diretrizes de evolução e precisam ser remodelados.

Mesmo que cada empresa tenha uma realidade específica, existem fatores compartilhados por todas que devem ser levados em conta, que passam por estratégias de redução de custos, melhoria da produtividade e integração de todos os agentes da escala produtiva.

3 – Descubra as ferramentas

Com as metas bem estabelecidas, é hora de identificar quais ferramentas, de fato, otimizarão a gestão de seu serviço. Nesse ponto, é importante estar aberto a tudo e ir atrás dos mais variados recursos tecnológicos. Cada ferramenta digital pode ter uma aplicação objetiva dentro da realidade corporativa, basta conhecer suas possibilidades.

Algumas das maiores queixas dos gestores estão relacionadas à redução de custos de operação, melhoria de performance, agilidade e segurança. E para cada problema identificado na gestão, é possível que já exista uma ferramenta digital para solucioná-lo. Tais como:

Office 365

A mobilidade é um conceito que, após ser introduzido no mundo corporativo, vem beneficiando e auxiliando as empresas a alcançarem suas metas. Afinal, quem consegue viver sem ter acesso remoto à internet, arquivos e dados hoje em dia? Atualmente, a comunicação longe do desktop ou do escritório é vital para diversos profissionais.

Atualmente, já existem ferramentas que tornam isso possível. É o caso do Office 365. Lançado no Brasil em 2013, a solução funciona com o conceito de SaaS (software as a service) e oferece, além da facilidade de poder acessar documentos a partir de qualquer computador conectado à internet, uma série de vantagens para quem trabalha com equipes grandes.

Cloud Computing

Não só como uma ferramenta tecnológica que traz praticidade e flexibilidade para os usuários, o Cloud Computing também funciona como uma maneira de reduzir custos, já que os valores de infraestrutura, energia e instalação são usados no modelo de pagamento conforme o uso.

Além disso, todas as empresas prezam a proteção de seus arquivos, portanto, é importante mencionar a questão da segurança. Para proteger seus dados, há o backup na nuvem, que cria cópias de arquivos, mantendo-os seguros mesmo que haja qualquer tipo de problema com o HD ou exclusão de arquivos de origem.

O acompanhamento e o controle avançado de aplicações e componentes do negócio, tais como banco de dados, aplicações e middlewares também são essenciais para grandes empresas. O Max Monitor pode ser utilizado como gatilho para notificações, automações de elasticidade, parâmetros para definição e acompanhamento de tendências e tomadas de decisões técnicas e de negócio, além de ser capaz de reduzir as interrupções na rede, detectar, diagnosticar e resolver rapidamente problemas de desempenho, prever e criar relatórios de capacidade automatizados, evitando impactos no ambiente tecnológico da empresa, e auxiliar nos processos de tomadas de decisão, de acordo com relatórios do ambiente de rede.

Videoconferência

As reuniões por videoconferência são importantes no processo de transformação digital das empresas. Além da diminuição dos deslocamentos, que rende aumento de custos e perda de produtividade, a videoconferência faz com que as equipes de trabalho consigam produzir mais sem a existência de tantas interrupções longas e cansativas. A consequência natural é uma gestão melhor do tempo, que permite a realização de mais reuniões, sempre que se fizerem necessárias para o processo de tomada de decisões.

Link Dedicado

Manter a conexão com a internet, sem interrupções e com uma velocidade satisfatória é essencial para que todas as ferramentas citadas tenham bom funcionamento, garantindo também a fluência dos processos da empresa. Para isso, é essencial que as corporações contem com link dedicado, que garanta alta velocidade, confiabilidade e conexão permanente.

Além disso, com o cloud computing cada vez mais robusto, o link dedicado tem sido a aposta das empresas, que viram nele a oportunidade de armazenar todos os dados, sem a necessidade de comprar um servidor, ou seja, reduzindo custos.

Essas são algumas amostras do vasto universo tecnológico disponível para o andamento empresarial. O estudo correto da tecnologia faz com que o empresário consiga abandonar até mesmo operações já consagradas, como o pacote Office, e descubra alternativas que aumentem seu desempenho com menor custo.

As possibilidades são ilimitadas. Empresas que antes tinham problemas extremamente difíceis de serem resolvidos agora têm, em mãos, oportunidades simples de solução.

Hosting e Colocation

É essencial que todas as empresas mantenham seus dados, serviços ou mesmo ativos armazenados, protegidos, replicados e disponíveis em um Datacenter seguro que garanta especialização e ganho de escala, melhorando a qualidade, velocidade e padronização dos serviços.

Para isso, as soluções de Hosting e Colocation da Mais Telecom oferecem recursos exclusivos em um ambiente seguro e de alta disponibilidade para hospedar aplicações, ativos e soluções de TI, onde as tarefas de manutenção e funcionamento são de responsabilidade da operadora, enquanto o cliente direciona seu foco ao negócio e à inovação.

Outras dicas importantes

Escolha bem seus parceiros – O ideal é que todas as escolhas de investimentos sejam feitas em um trabalho bem alinhado com sua própria equipe de TI e empresas de consultoria ou venda de softwares. A relação deve ser muito mais que de cliente-fornecedor, mas de parceiros em busca de um mesmo objetivo de atingir resultados eficientes.

Lembre-se do cliente – Além de facilitar aspectos técnicos e administrativos da corporação, digitalizar modifica diretamente a relação de exposição de seu produto e, consequentemente, a forma de interação com seus clientes. É possível conhecê-los melhor e ter mais subsídios para agradá-los. Digitalizar seu negócio deve servir para que, no fim, você conquiste e fidelize mais pessoas. Opte por ferramentas que te propiciem monitorar redes sociais, explorar o marketing de precisão, simplifique as vendas, abra feedbacks com seu público e faça com que ele contribua para o desenvolvimento de seu serviço.

Engaje sua equipe e prepare o ambiente – Transforme a digitalização em um lema de sua empresa e deixe que todos participem ativamente desse processo. Envolva  todos os colaboradores no processo. Isso vai aumentar significativamente os resultados. Não adianta ter grandes tecnologias em desenvolvimento sem colocar os colaboradores a par de seus benefícios e processos.

E você, conseguiu identificar em qual estágio de digitalização sua empresa se encontra? Lembre-se de que estamos na era da informática e é impossível ignorar todos os seus benefícios no universo corporativo.

Reúna sua equipe, estude sua empresa, informe-se sobre as novas ferramentas no mercado e descubra como potencializar o desenvolvimento de sua empresa. A Mais Telecom pode ajudar no processo de transformação digital da sua empresa, conheça nossos produtos:

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21 maio

Como aprimorar a Inteligência Competitiva de sua empresa

Conhecer os concorrentes gera entendimento de mercado e facilita a tomada de decisões

Como aprimorar a Inteligência Competitiva de sua empresa

No século IV a.C, Sun Tzu, considerado um dos maiores estrategistas de todos os tempos, escreveu que, para se tornar invencível em qualquer batalha, é preciso conhecer integralmente a si mesmo e os seus adversários. Milênios após este ensinamento, a premissa se torna cada dia mais verdadeira no mundo dos negócios, onde é preciso, mais do que nunca, ser inteligente competitivamente.

No entanto, a Inteligência Competitiva (IC) é um processo organizacional muito mais abrangente do que simplesmente espiar os concorrentes. É um planejamento estratégico que visa colher um panorama completo de todo o contexto de mercado, obtendo um rol de informações preciosas que, em longo prazo, norteará a tomada de decisões imediatas dentro da empresa.

Na prática, a IC serve como um diagnóstico sobre o nível de competitividade do próprio negócio em comparação com empresas que compartilham realidades semelhantes. A partir disso, seus resultados tornam-se um guia para se atingir continuamente uma maior competitividade, remodelando práticas, metas, processos e tudo que engloba aquela corporação.

É comum gestores que não desenvolvem o conceito de IC em suas organizações serem surpreendidos por decisões tomadas pelas companhias que compartilham o mercado. Pela falta de um processo sistêmico de análise, as ações de terceiros são descobertas quando já estão em execução.

Muitas vezes, os avanços da concorrência impactam diretamente na rotina de todo o segmento, exigindo réplicas imediatas por parte das demais corporações. Por não antever aquela realidade, empresas despreparadas se veem obrigadas a elaborar estratégias imediatas sem o devido planejamento. Como resultado, pode haver prejuízos em diversas esferas.

Ser inteligente no ambiente corporativo significa deixar de ser reativo (esperar uma realidade se concretizar para agir) para se tornar proativo (perceber tendências para tomar as ações antes de seus desdobramentos). Para isso, é necessário desenvolver uma metodologia conhecida como Ciclo da Inteligência Competitiva, com etapas de atuação bem definidas.

Trata-se de um método para ler e interpretar corretamente todos os sinais oferecidos pelo mercado, por meio de um modelo de atuação sistêmica. Sua implementação garante uma minimização de surpresas negativas, permite identificar ameaças e boas oportunidades, reúne informações para tomada de decisões, diferencia boas e más ações, entre vários outros efeitos positivos no desenvolvimento de negócio.

 

Tipos de concorrentes

Antes de tudo, é fundamental conhecer os tipos de competidores que qualquer gestor vai se deparar. O primeiro é o concorrente direto, que atua com o mesmo tipo de produto (duas drogarias, por exemplo). O segundo é o concorrente indireto, que trabalha com mercadorias diferentes, mas que atendem ao mesmo propósito (por exemplo, um aplicativo de transportes e uma empresa de ônibus urbano).

O terceiro tipo é aquele estabelecimento que oferece serviços ou produtos diferentes, mas que são voltados para o mesmo público alvo, podendo reter o cliente um do outro. Por exemplo, uma rede de cinema e um teatro particular oferecem atrações de lazer distintas, mas disputam um perfil semelhante de consumidores.

Feita tal definição, vamos conhecer melhor o Ciclo da Inteligência Competitiva:

1- Planejamento

A etapa inicial tem como objetivo planejar a execução de todo o processo. O primeiro passo antes de absorver dados da concorrência é fazer uma análise de sua própria corporação. Isso vai propiciar que o gestor descubra quais são os catálogos de informações a respeito do mercado que a sua empresa já possui. A partir daí, ele consegue enxergar os dados que ainda são incompletos e, consequentemente, precisam ser complementados. Isso evita quaisquer esforços e investimentos na captação de elementos que, ao fim da metodologia, vão se mostrar irrelevantes.

O que se deve ficar absolutamente bem definido nesta fase é, ao mesmo tempo, planejar metodicamente quais informações de mercado serão coletadas nas etapas subsequentes e qual será o conjunto de ações práticas para conseguir tais respostas.  Portanto, trata-se do momento mais importante do ciclo, pois serve de norteamento para todo o desdobramento do processo.

Tudo, então, deve ser esquematizado. Uma boa dica é começar o planejamento por perguntas simples, como:

O que já sei sobre meus concorrentes?

O que ainda preciso saber?

O que pretendo ganhar ao fim da aplicação desta metodologia?

Qual será o custo desta ação?

Quais serão as consequências se eu não a fizer?

2- Coleta e processamento

Neste segundo passo, é esperado que analistas e gestores já tenham em mãos as principais informações que faltam à empresa e qual será o plano de execução. Logo, é o momento de buscar estes dados, por meio de uma pesquisa criteriosa em duas classificações elementares de fontes.

As primeiras são as fontes primárias. Tratam-se de informações obtidas diretamente por agentes do mercado, sem passar por filtros, edições, alterações de sentido ou interpretação de terceiros. Exemplos desta classificação são entrevistas ao vivo, relatos (de clientes, fornecedores ou membros da empresa concorrente) palestras, documentos oficiais, relatórios anuais da empresa etc. Já as fontes secundárias oferecem informações que passam por algum tipo de alteração, como livros, base de dados ou entrevistas editadas.

É essencial utilizar-se de acervos coerentes, verdadeiros e que tragam algum tipo de benefício em sua análise. Afinal, eles servirão de argumentos para grandes tomadas de decisões. Também é importante estar atento à ética, no sentido de delimitar até que ponto é tolerável coletar informações acerca do concorrente, condenando práticas que ultrapassem e maculem a lealdade da competição.

3- Análise e validação

Neste momento, é comum que a empresa tenha um grande arsenal de informações desconexas entre si. É hora de organizar e analisar cada tópico minuciosamente, verificando a consistência dos dados e estabelecendo relações diretas entre os pontos analisados.  Trata-se de um trabalho criterioso, cujo objetivo é integrar a pluralidade de elementos em um ambiente único, no qual é possível cruzá-los e utilizá-los para o mesmo fim.

Para isso, devem ser utilizadas técnicas diante da realidade de cada negócio (porte, segmento e estrutura). Há uma série de metodologias de análise prontas, que podem ser reproduzidas ou adaptadas. O essencial é que as técnicas consigam, de forma objetiva e precisa, transformar documentos soltos em peças de inteligência analítica.

A partir disso, são formadas propostas de validação. Ou seja, os analistas montam a apresentação dos resultados de suas pesquisas. Não se trata apenas de reportar dados, mas de traçar cenários críticos sobre o mercado. É importante conter relatos de ações já executadas pelos concorrentes, suas atuais diretrizes e o que se espera deles tanto para um futuro próximo quanto longínquo.

4- Difusão/Disseminação

O último passo do ciclo é quando os gestores recebem as informações acrescidas de valor e significado. Uma vez em posse de tais documentos, eles podem orquestrar reais soluções competitivas diante do cenário encontrado. Tais ações podem se refletir diretamente em setores como produção, vendas, marketing, inovação e outras inimagináveis possibilidades. Para esta tomada de decisões práticas, é fundamental que o analista continue por dentro do processo, evitando quaisquer interpretações equivocadas acerca da pesquisa executada.

Agora que você já entendeu melhor como trabalhar a Inteligência Competitiva em seu negócio, é hora de colocar este ciclo em prática. Com o tempo, esta ação vai gerar inúmeros benefícios ao desenvolvimento de seu negócio. Então, não perca tempo e mãos à obra!

Mais E1

 

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19 maio

Cargos de TI que toda grande empresa deve investir

Cargos de TI que toda grande empresa deve investir

Conheça os 6 profissionais de TI mais procurados pelas grandes organizações neste ano

Cargos de TI que toda grande empresa deve investir

Diante de um cenário cada vez mais complexo e competitivo, o meio corporativo global busca, progressivamente, transformações substanciais no que diz respeito à elaboração de estratégias de crescimento e, principalmente, de melhora de performance para sobreviver às instabilidades e complexidades do mercado. Frente a mudanças tão profundas, a tecnologia da informação tem se tornado o grande trunfo para a descoberta de soluções potenciais que podem agregar vantagens competitivas às organizações.

Com a tecnologia cada vez mais inserida no âmbito estratégico das empresas, o profissional de TI precisa ter domínio não apenas de software e hardware em seus aspectos técnicos, mas também ter visão de negócios. Pode-se afirmar que, em muitos casos, não é a TI que faz parte dos negócios, ela se transforma na própria tática de toda a cadeia produtiva e expansiva da companhia.

Sob esse contexto no qual as grandes corporações disputam o mesmo espaço, produzindo soluções práticas e inovadoras em tecnologia da informação, o profissional de TI ganha, de modo exponencial, forte destaque, já que o mundo corporativo demanda por profissionais dessa área cada vez mais especializados.

Além disso, sobretudo no mercado brasileiro, os impactos da crise, apesar de não atingirem fortemente a área de TI, também têm provocado mudanças nesse setor. Evasão de profissionais e sucateamento do conhecimento na área são consequências aparentes da crise econômica que o país atravessou recentemente, conforme aponta Antonio Loureiro, CEO da Conquest One, empresa especialista em Staffing de TI.

A Conquest One, juntamente com outras 4 empresas de consultoria e recrutamento, a saber, Catho, Robert Half, Exec e Michael Page, elaboraram uma lista apontando quais especialidades em TI são as mais desejadas pelo mercado em 2018. Vale ressaltar que, com a melhora na economia neste ano, a curva de crescimento e de demanda por profissionais de TI só tende a aumentar em 2018 e nos próximos anos. Confira, a seguir, quais são os cargos mais desejados nesse cenário:

 

1. Engenheiro ou cientista de dados

Este profissional deve aliar o seu know-how para negócios à uma visão estatística. O Engenheiro ou cientista de dados é o especialista cuja função é solucionar problemas estratégicos da empresa, com base em técnicas de orientação de dados. Além disso, deve saber detectar tendências que podem ajudar a melhorar os resultados do negócio.

Considerada a nova geração de profissionais especialistas em análise de dados, esse profissional deve ter habilidades nas seguintes subáreas: matemática, estatística, processamento de linguagem, hardware, software e visão de negócios.

Esse é um cargo bastante procurado pelas corporações hoje em dia, porque as companhias desejam se posicionar de forma mais estratégica no mercado e, por isso, o trabalho do engenheiro e cientista de dados é fundamental nesse planejamento.

2. Especialista em segurança da informação

Com a constante necessidade de proteger dados, este profissional está sempre em relevância, mas agora está ainda mais em ascensão. O especialista em segurança da informação é o responsável, dentro de uma empresa, pela manutenção e saúde de dados internos e sigilosos. Seu trabalho deve primar pela prevenção de fraudes e vazamentos de informações da companhia.

Tendo como função primordial criar um ambiente de TI seguro para o tráfego de dados, esse profissional deve se atualizar constantemente a respeito das novas ameaças cibernéticas e quais são os métodos para preveni-las e combatê-las. Conforme os experts de recrutamento, profissionais com acesso a comunidades hackers, de segurança da informação e de testes de invasão são os mais desejados pelo mercado.

Esse profissional está ainda mais em evidência em 2018, pois os ataques cibernéticos estão muito mais sofisticados, trazendo profundos prejuízos ao meio corporativo. Os métodos de computação e armazenamento de dados em nuvem também garantem destaque a esse cargo, porque são atividades que exigem especialistas qualificados em segurança da informação.

3. Analista de Business Intelligence (BI)

O Analista de BI lida com a coleta de dados e informações visando identificar problemas e oportunidades para o negócio. Esse profissional trabalha com uma vastidão de informações e é o responsável pela modelagem dos dados que serão extraídos, tratados e transformados.

O requisito fundamental para preencher este cargo nas empresas é a habilidade de transitar entre o conhecimento de negócios e a parte técnica da área. Sua capacidade de manipulação dos dados visando os objetivos estratégicos de crescimento da empresa é o maior diferencial para os profissionais que desejam se especializar nesse segmento.

 

4. Scrum Master

O Scrum Master é o profissional capaz de gerenciar equipes de desenvolvimento com metodologias ágeis, ou seja, é um especialista qualificado na gestão de times de TI através de processos mais objetivos e menos burocráticos. Esse cargo está em alta, porque metodologias ágeis e de estruturação têm ganhado força no meio corporativo.

Para preencher essa vaga nas empresas, esse profissional deve ser objetivo, analítico e ter habilidade em gestão. Mais especificamente, ele deve ter, além da habitual afinidade com a tecnologia, a capacidade de lidar também com gestão de pessoas. Contar com uma certificação na metodologia Agile pode ser um grande diferencial, segundo os recrutadores.

 

5. Gerente de Expansão de TI

O cargo de gerente de expansão em TI esteve em ascensão, inicialmente, graças às startups, mas o mercado de grandes empresas já assimilou, também, a importância de se contar com esse tipo de profissional. Ele deve ser capaz de projetar e executar iniciativas de crescimento com base em tecnologia e desenvolvimento digital.

Além disso, o especialista em expansão de TI deve direcionar a abordagem da empresa em relação à utilização de dados, tecnologia e infraestrutura. Para tanto, ter conhecimento em engenharia, design, análise, gerenciamento de produtos, operações e marketing é fundamental para obter sucesso no cargo e atrair os olhares do mercado.

 

6. Arquiteto de soluções

Por fim, o arquiteto de soluções também é uma profissão que está alta. O especialista dessa área deve ser capaz de desenvolver o design da estrutura de grupos de informações, organização e rotulação de sites. Sua função central é facilitar a experiência e a obtenção de informações dos clientes para as organizações traçarem suas estratégias de crescimento.

Esse cargo está em ascensão, pois a experiência do cliente também é um aspecto em alta no meio corporativo nos dias de hoje. Para seguir carreira nessa área, o profissional deve entender bem do negócio e do público-alvo da empresa e saber atuar na interface com o usuário.

Agora que você já sabe quais são os profissionais que estão mais em alta no mercado de TI neste ano, pretende contar com algum desses especialistas em sua empresa? Acredita que existemoutras funções que também estão em ascensão? Compartilhe sua visão a esse respeito na seção de comentários.

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