27 abr

Telefonia em nuvem: Saiba como você pode utilizá-la

Mesmo sem percebermos a telefonia em nuvem é utilizada por meio de aplicativos no celular, computador e outros dispositivos que possam estar conectados à internet. Sempre que uma ligação é realizada via WhatsApp, Facebook ou qualquer outra dessas ferramentas de comunicação, a estrutura utilizada é a de um servidor na nuvem (internet), ou seja, fisicamente ele não existe, mas virtualmente sim e sua utilização ocorre por meio da internet, conectando origem e destino para trafegar voz na mesma estrutura que também é utilizada para transmitir arquivos de texto, vídeo, imagens, etc.

A telefonia em nuvem tem como objetivo minimizar a quantidade de equipamentos físicos no ambiente de produção, como servidores e gateways, necessitando apenas a presença de endpoints para uso dos ramais, tal como aparelhos de telefone IP, computadores e smartphones. Este ambiente tem como vantagem a necessidade de um menor investimento na aquisição deste tipo de solução, isso pelo fato de não ser necessário adquirir hardwares e outros equipamentos comuns às soluções físicas.

Agora você pode estar se perguntando, se os aplicativos de comunicação gratuitos hoje na internet já disponibilizam a utilização da telefonia em nuvem, qual seria a necessidade em comprar uma solução corporativa para utilizar este serviço? A resposta para esta pergunta é: controle, mobilidade e segurança. Utilizar soluções gratuitas de aplicativos de comunicação disponibilizados na internet expõe os utilizadores aos seguintes riscos:

  • Cancelamento do serviço:A qualquer momento o serviço pode ser cancelado, causando a perda de informações e também de clientes;
  • Acesso indevido às informações:Se você não controla e não tem acesso ao servidor que fornece o serviço, suas informações ficam vulneráveis ao acesso de pessoas as quais você não conhece;
  • Resolução de problemas:Normalmente soluções gratuitas são utilizadas por uma grande massa de pessoas e cada uma tem um equipamento e demandas diferentes. Ao surgir problemas de utilização da solução e chamados forem abertos, o fabricante analisará se o problema afeta a todos ou apenas uma pequena parte dos utilizadores. Pequenos problemas existentes apenas para um grupo de usuários dificilmente serão tratados com prioridade. A solução será você atualizar seus equipamentos e se igualar a grande massa;
  • Inexistência de personalização:Aplicativos gratuitos atendem demandas gerais, personalizar o aplicativo para atender uma necessidade específica sua não é possível.

 

Soluções de telefonia em nuvem para o ambiente corporativo devem ser obtidas junto a empresas que desenvolvem, fornecem e customizam as soluções com o objetivo de atenderem seus clientes da melhor forma possível.

A Mais Telecom tem em seu portfólio a solução Cloud IPPBX de telefonia em nuvem, esta solução proporciona mobilidade da telefonia, controle dos recursos e segurança em sua utilização. Pensado e dimensionado para atender os mais diversos ambientes, o Cloud IPPBX da Canal é ideal para empresas que desejam atualizar-se tecnologicamente e utilizar uma solução de ponta, que possibilita fácil comunicação entre equipes e do cliente com a empresa.

Vantagens da telefonia em nuvem

A telefonia em nuvem disponibiliza como vantagem uma série de atributos que podem ser muito bem aproveitados pelas empresas que a utilizam. Segue abaixo alguns destes atributos:

  • Investimento:Por se tratar de uma solução virtual, a compra de hardwares como servidor, placas de telefonia e gateways de ramais não torna-se preciso. Ter a solução rodando na nuvem e disponibilizar acesso de internet aos usuários para utilizar os ramais é o necessário para ter o ambiente de telefonia em operação.
  • Layout:Ao utilizar a telefonia em nuvem, fisicamente torna-se desnecessário desenvolver e executar um novo projeto de cabeamento exclusivo para a telefonia;
  • Mobilidade:No caso da telefonia em nuvem, a mobilidade faz parte da segurança. Caso ocorra algum problema de falta de energia na sua empresa, suas ligações poderão continuar sendo recebidas e realizadas por meio do seu smartphone, basta autenticar seu ramal utilizando um softphone. Isso só é possível pelo fato da solução em nuvem não depender da estrutura local para funcionar. Enquanto a plataforma estiver funcionando na internet, ramais poderão ser utilizados em qualquer lugar.

 

Dúvidas comuns em relação a telefonia em nuvem

Por se tratar de uma estrutura de comunicação diferente da convencional, algumas dúvidas costumam surgir quanto ao modo de utilização e funcionalidades disponíveis. Abaixo listamos algumas questões que normalmente geram perguntas quando apresentamos o projeto a clientes Canal, segue:

– Como as ligações são realizadas e recebidas?

A realização e recebimento de ligações ocorre por meio de uma operadora IP que fornece a linha (número virtual) e o número para onde os clientes deverão ligar quando quiserem falar com a empresa. A vantagem do número virtual é que a quantidade de ligações simultâneas que podem ser realizadas e recebidas é superior a de uma linha comum fornecida pela operadora.

– Mesmo na nuvem, é possível gerar relatórios gerenciais?

Sim! Mesmo estando na nuvem o fluxo de ligações continua sendo registrado na plataforma. Relatórios de ramais, ligações entrantes e saintes, etc, poderão ser gerados normalmente.

– Como é realizado acesso à plataforma de gerenciamento da solução?

Ao ter a solução implantada e funcionando, nós configuramos o usuário administrador e passamos um login e senha para o cliente. Por meio deste login e senha, o usuário terá acesso a todas as informações dos módulos disponíveis em sua plataforma de telefonia em nuvem.

– Equipes de diferentes localidades poderão utilizar os ramais?

Os ramais disponibilizados pela plataforma de telefonia em nuvempodem ser utilizados em qualquer lugar que forneça um acesso a internet. Equipes de unidades diferente da sua empresa poderão realizar uma ligação entre ramais e conversar normalmente sem que exista custo por esta ligação.

– Quais requisitos a empresa precisa atender para utilizar a telefonia em nuvem?

Para utilização de uma solução virtual, principalmente por se tratar do fornecimento de um serviço de voz, o link de acesso a internet é o principal requisito para utilização dos recursos da telefonia em nuvem. Um link de internet de alta velocidade e que não tenha grandes oscilações é o ideal para garantir qualidade nas ligações. Em relação aos ramais, eles poderão ser utilizados pelos usuários por meio de softphones ou telefones IP. Cada ambiente demanda um tipo de equipamento de acordo com suas necessidades.

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25 abr

9 dicas para reduzir rapidamente seus gastos com telecom

 


9 dicas para reduzir rapidamente seus gastos com telecomO controle de custos é um assunto que nunca sai da pauta dos gestores das empresas. Com o baixo crescimento da economia brasileira, acompanhar mais de perto esse fator se tornou ainda mais importante.

Um dos maiores custos hoje está relacionado com as telecomunicações. Mas como reduzir esses gastos rapidamente? É justamente sobre isso que conversaremos neste post. Veja a seguir algumas dicas que podem ajudar a reduzir custos sem prejudicar os resultados em telecom.

 

1. Faça auditoria das faturas das operadoras

Muitas vezes, operadoras costumam emitir faturas de telefonia com erros nos valores. Os serviços prestados também podem ser identificados de forma errada, com custos diferentes dos reais.

Fazendo a auditoria, ou seja, acompanhando minuciosamente as faturas, é possível perceber quando isso acontece. As empresas, inclusive, podem solicitar revisão dos preços às operadoras. E mais: por lei, podem recuperar valores de até três anos atrás.

O ideal é fazer o acompanhamento mês a mês, inclusive para identificar os valores errados antes do pagamento, pois a maioria das operadoras não faz o estorno e, sim, gera créditos para a fatura do mês seguinte.

 

2. Faça inventários periódicos para desativar linhas não utilizadas

O negócio vai crescendo, salas vão sendo abertas para acomodar novos colaboradores e, nesse período, são adquiridas novas linhas telefônicas. Da mesma forma, os contratados ganham novas linhas de celulares e, muitas vezes, as antigas linhas não são devidamente desativadas, ficando sem utilização.

Com inventários periódicos, é possível identificar linhas não utilizadas e solicitar seu desligamento junto às operadoras. Esses inventários são bem mais simples de serem feitos quando a empresa utiliza softwares de monitoramento e têm processos bem definidos de gestão de telecom.

 

3. Renegocie contratos com fornecedores

Se necessário, chame uma consultoria especializada para ajudá-lo a identificar tarifas melhores entre os fornecedores de serviços e sistemas de telecom. Essas empresas sabem exatamente se as tarifas estão dentro do que o mercado está praticando ou se há margem para negociações.

Identificadas as oportunidades, é possível chamar os fornecedores para uma conversa e solicitar uma renegociação. Com a concorrência entre as empresas, pode-se diminuir os gastos.

 

4. Melhore os processos internos

Fazer gestão de custos envolve diferentes setores, recursos e stakeholdersda empresa. Por isso, é muito importante conhecer todos os processos implicados – da solicitação de um recurso até seu pagamento –, ou seja, todo o ciclo.

Melhorar esses processos pode trazer eficiência e reduzir custos, bem como aprimorar a produtividade das pessoas envolvidas. Para isso, integre sistemas e automatize os fluxos das atividades de telecom. Quanto mais ajustados estiverem os fluxos de trabalho e as ferramentas, melhor fica o gerenciamento e mais fácil fica identificar gargalos que estão escoando os recursos.

 

5. Faça o rateio dos custos por unidades de negócio

Outra excelente forma de diminuir os gastos é ratear os custos entre as áreas ou departamentos da empresa. Com isso, a gestão é descentralizada e todos os gestores passam a ter responsabilidade sobre o consumo de serviços de telecom. Assim, fica muito mais fácil cobrar economia e evitar desperdícios.

Criar metas de diminuir gastos, bem como definir orçamentos através de projeções e estudos também pode incentivar as áreas a reduzir os custos.

 

6. Considere implementar o BYOD na empresa

Vem ganhando força nos últimos anos o BYOD (do inglês Bring Your Own Device), que é a prática de permitir que os colaboradores tragam seus próprios dispositivos para, com eles, utilizar as soluções da empresa. Quando bem implementada – sobretudo com os devidos cuidados com a segurança da informação –, essa prática pode reduzir significativamente os custos com aquisição e manutenção de smartphones, por exemplo.

 

7. Fique atento ao co-billinge evite pagar pelo que não utiliza

A portabilidade trouxe às empresas a oportunidade de mudar de operadora de telefonia a qualquer momento, conforme as vantagens das negociações. No entanto, é preciso estar atento a um detalhe: o co-billing, ou seja, a permanência do código antigo da antiga operadora nos aparelhos dos colaboradores.

Isso implica em custos adicionais, muitas vezes por erros devido à complexidade dos sistemas de faturamento, contratos e até das soluções de relacionamento com clientes (CRM). Uma auditoria especializada pode identificar os gastos indevidos para cortá-los.

 

8. Regulamente o uso dos colaboradores

Se os colaboradores têm total acessibilidade aos serviços fornecidos pela operadora de telefonia, podem elevar os custos. Eles poderiam, por exemplo, utilizar o celular corporativo para enviar SMS a programas de TV ou fazer chamadas para serviços com custo por minuto (os famosos 0300). Bloquear esses recursos pode diminuir o valor das faturas individuais e somar um ganho significativo no todo.

Uma boa política de uso costuma ser suficiente, uma vez que os colaboradores se conscientizam de que há gastos envolvidos e também passam a utilizar os serviços de telecom de forma responsável.

 

9. Busque ajuda com um fornecedor especializado em serviços de telecom

Outra dica é buscar um fornecedor com serviços flexíveis e alta capacidade. As empresas mais modernas oferecem soluções de customização de sistema de dados, conexão, melhorias na velocidade e na segurança da informação, entre outros. Tudo isso com custos mais controláveis e previsíveis.

 

Procurando reduzir gastos em telecom? Que tal conhecer as soluções que a Mais Telecom oferece nesta área? Entre em contato conosco.

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16 abr

Telefonia em nuvem: como funciona e quais são as vantagens?

O conceito de cloud computing(computação em nuvem) é bastante simples e talvez você já conheça. A proposta é disponibilizar recursos e funcionalidades computacionais a clientes que precisam de escalabilidade e mobilidade através de uma conexão com a Internet. Nesse cenário, uma das soluções é a telefonia em nuvem, ou seja, a telefonia pela Internet. Nunca ouviu falar em telefonia em nuvem? Esse é o futuro e o futuro é agora! Saiba mais nos próximos parágrafos.

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Quando falamos em telefonia em nuvem, estamos falando da telefonia digital, também conhecida como telefonia VoIP ou telefonia IP. Essa tecnologia permite que as ligações sejam feitas e recebidas através da Internet e por isso são muito mais econômicas.

Há três formas de realizar ou receber uma chamada via telefonia em nuvem. Veja a seguir.

Como realizar e receber ligações com a telefonia em nuvem

1. Através de um telefone analógico convencional e um ATA

Ao migrar para a telefonia em nuvem, você pode continuar utilizando seus aparelhos de telefone convencionais, basta conectá-los a um ATA (Adaptador de Telefone Analógico), dispositivo responsável por transformar os sinais de voz analógicos em digitais.

2. Através de um telefone IP

Um telefone IP é um dispositivo criado especificamente para trabalhar com a telefonia em nuvem. Ele conecta-se diretamente ao seu aparelho de rede (modem, roteador ou switch) e pode funcionar como um telefone comum ou ainda com um headset, aumentando a produtividade e melhorando a ergonomia. Além disso, um telefone IP tem uma série de funções avançadas que um telefone convencional conectado a um ATA não é capaz de oferecer tais como gravação e transferência de chamadas, identificador de chamadas, discagem rápida, agenda e bloqueio de ligações.

3. Através de um softphone

Um softphone é a forma mais prática de utilizar a telefonia em nuvem. Trata-se de um software ( Desenvolvido pela Mais Telecom )que pode ser instalado em um computador, notebook, smartphone ou tablet. Ele simula um telefone e permite efetuar e receber chamadas diretamente sobre um protocolo de rede.

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Vantagens da telefonia em nuvem

Muitas são as vantagens da telefonia em nuvem. Abaixo, vamos citar apenas algumas delas para que você possa ter uma ideia de como a tecnologia pode mudar o panorama dos seus negócios.

1. Maior flexibilidade de uso

Por poder realizar chamadas a partir de qualquer dispositivo conectado à Internet, a telefonia em nuvemtraz muito mais mobilidade e flexibilidade aos usuários.

2. Otimização do espaço de trabalho

A premissa de qualquer solução em nuvem é oferecer todos os recursos necessários via Internet. Assim, não é preciso ter uma infraestrutura local para aderir à telefonia digital, o que otimiza muito o espaço de trabalho.

3. Implantação descomplicada

A menos que você opte por utilizar um telefone IP ou um ATA, não é necessário fazer nenhuma instalação de equipamentos ou cabeamentos para utilizar a telefonia VoIP.

4. Redução significativa de custos

Seus custos com telecomunicação podem ser reduzidos em até 70% com a telefonia digital.

Considerações finais

A telefonia em nuvemestá revolucionando o mercado por suas características robustas, preço baixo e estrutura descomplicada. Venha hoje mesmo para o mundo da telefonia digital. Conheça os planos da Mais Telecom e solicite um orçamento sem compromisso.

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12 abr

Ramal virtual: a telefonia VoIP a favor da sua empresa

Se você está procurando para a sua empresa algo que melhore a sua telefonia interna entre um setor e outro, ao mesmo tempo que quer economizar com ela, você precisa conhecer o ramal virtual. Ele é semelhante aos ramais antigos que as empresas possuem, porém, com muito mais praticidade, já que é tudo feito na nuvem e por meio da internet.

O que é ramal virtual?

Esqueça o que você conhece como ramal para a sua empresa e toda aquela dificuldade para a troca de números.

Com o ramal virtual, você pode trabalhar até mesmo em regime de Home Office, utilizando um número de telefone da sua empresa, basta ter acesso à internet.

Nele, é possível que você combine até mesmo centenas de números diferentes em uma única conta na nuvem, sem ser necessário que você se limite a uma quantidade de números telefônicos referentes a algum contrato realizado.

O ramal virtual é a certeza de que toda a sua empresa vai se comunicar de forma eficiente, tanto dentro do próprio setor, como entre setores diversos.

Benefícios do ramal virtual

Existe uma série de benefícios ao adquirir um ramal virtual.

O primeiro deles é que não são mais necessários os ramais físicos dentro da sua empresa, aqueles que dão problemas constantes e que ninguém consegue resolver, necessitando chamar um técnico especializado.

Chamando um técnico, você perde tempo, dificulta a comunicação dentro da empresa e gasta dinheiro que poderia ser direcionado e melhor aproveitado em outros setores de sua empresa.

O ramal virtual fica na nuvem, podendo ser acessado de diferentes locais, bastando ter um acesso à internet e tendo seus raros problemas solucionados de maneira remota e rápida, assim como todas as atualizações são feitas de forma automática.

Outra das vantagens do ramal virtual é que a sua empresa pode se comunicar internamente apenas utilizando a internet já existente.

Nesse, caso as ligações são feitas utilizando a internet, o que diminui os seus gastos com operadoras de telefonia fixa e móvel.

Outros benefícios do ramal virtual são:

  • Estabilidade nas ligações;
  • Maior confiança no produto adquirido;
  • Não precisa chamar um técnico especializado sempre que ocorrer um problema;
  • Os problemas são resolvidos e as atualizações são feitas de forma automática através da nuvem;
  • Otimização de tempo;
  • Diminuição de custos, com esses valores podendo ser redirecionados a outros setores da empresa;
  • Mobilidade, pois os ramal virtual pode se utilizado em Telefone IP, Computadores, Celular e Tablet.

Em outras palavras, você e sua empresa só tem a ganhar ao adquirir um ramal virtual.

Considerações finais

A Mais Telecom é pioneira na tecnologia de ramal virtual no Brasil, tendo as melhores opções de custo-benefício para a sua empresa.

Esqueça aquele formato antigo de ramal, que só dificulta a comunicação interna da sua empresa, bem como sempre causam problemas que terminam em custos e gastos não programados.

Para a sua empresa estar na frente, competindo de igual para igual com as outras do mesmo setor, é necessário utilizar tecnologias de ponta que otimizem ao máximo os setores da sua empresa, bem como para dar uma resposta rápida para os seus clientes.

Acesse o site da Mais Telecom e saiba mais sobre nossas soluções!

Mais Centrex

 

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11 abr

VoIP – Tutorial sobre os conceitos básicos da Telefonia IP, suas características e aplicações em empresas.

 VoIP – Tutorial sobre os conceitos básicos da Telefonia IP, suas características e aplicações em empresas.

Este tutorial fornece uma visão técnica sobre Telefonia IP ou VoIP, Arquitetura, Protocolos, Aplicações no Ambiente Corporativo, Pre requisitos para a qualidade do serviço (QoS) e sobre a evolução desta tecnologia que tende a substituir os sistemas e aplicações baseadas em telefonia fixa.

Telefonia IP ou VoIP: O que é?

Conceito

A Comunicação de Voz em Redes IP, chamada de VoIP, consiste no uso das redes de dados que utilizam o conjunto de protocolos das redes IP (TCP/UDP/IP) para a transmissão de sinais de Voz em tempo real na forma de pacotes de dados. 

A sua evolução natural levou ao aparecimento da Telefonia IP, que consiste no fornecimento de serviços de telefonia utilizando a rede IP para o estabelecimento de chamadas e comunicação de Voz.

Nessas redes são implementados protocolos adicionais de sinalização de chamadas e transporte de Voz que permitem a comunicação com qualidade próxima àquela fornecida pelas redes convencionais dos sistemas públicos de telefonia comutada ou de telefonia móvel.

Digitalização de Sinais de Voz

Nos sistemas tradicionais o sinal de Voz utiliza uma banda de 4 kHz, e é digitalizado com uma taxa de amostragem de 8 kHz para ser recuperado adequadamente (Princípio de Nyquist). Como cada amostra é representada por um byte (8 bits, com até 256 valores distintos), cada canal de Voz necessita de uma banda de 64 kbit/s (8.000 amostras x 8 bits). 

Esta forma de digitalização do sinal de Voz atende a recomendação ITU-T G.711 – Pulse code modulation (PCM) of voice frequencies.

Nos sistema de transmissão de Voz sobre IP, onde a demanda por banda é crítica, torna-se necessário utilizar também algoritmos de compressão do sinal de Voz. Esses algoritmos têm papel relevante pela economia de banda que proporcionam. 

O seu uso tem sido possível graças ao desenvolvimento dos processadores de sinais digitais (DSP’s), cuja capacidade de processamento tem crescido vertiginosamente.

Estas necessidades incentivaram o desenvolvimento de tecnologias mais complexas para a digitalização e compressão de Voz, e que foram registradas através de recomendações do ITU-T. Estas recomendações são apresentadas na tabela abaixo, com algumas características relevantes.

Recomendação
ITU-T
Algoritmo Bit rate
(kbit/s)
Atraso típico
fim-a-fim (ms)
Qualidade
de Voz
G.711 PCM 48; 56; 64 <<1 Excelente
G.722 Sub-banda
ADPCM
48; 56; 64 <<2 Boa
G.723.1 ACELPMP-MLQ 5,36,3 67-97 Razoável
Boa
G.726 ADPCM 16; 24; 32; 40 60 Boa (40)
Razoável (24)
G.727 AEDPCM 16; 24; 32; 40 60 Boa (40)
Razoável (24)
G.728 LD-CELP 16 <<2 Boa
G.729 CS-ACELP 8 25-35 Boa
G.729
Anexo A
CS-ACELP 8 25-35 Boa

 

Requisitos para a Telefonia IP 

O objetivo da telefonia em redes IP é prover uma forma alternativa aos sistemas tradicionais, mantendo, no mínimo, as mesmas funcionalidades e qualidade similar, e aproveitando a sinergia da rede para o transporte de Voz e dados. 

Os principais requisitos para a Telefonia sobre redes IP de modo a permitir uma comunicação inteligível, interativa e sem falhas são:

  • Transmissão de Voz em tempo real com tempo de latência (atraso) menor que 300 ms;
  • Existência de Procedimentos de Sinalização para o estabelecimento e controle de chamadas, e para o fornecimento de serviços adicionais (conferência, chamada em espera, identificador de chamadas, etc.);
  • Existência de Interfaces com os sistemas públicos de telefonia comutada e móvel.

Telefonia sobre o Protocolo IP

O transporte de Voz sobre o protocolo IP levou ao desenvolvimento de um conjunto de novos protocolos para viabilizar a comunicação com as mesmas características das redes tradicionais.

Nas redes IP os pacotes de dados com informação de Voz são enviados de forma independente, procurando o melhor caminho para chegar ao seu destino, de forma a usar com maior eficiência os recursos da rede. 

Os pacotes de dados associados a uma única origem de comunicação de Voz podem, portanto, seguir caminhos diferentes até o seu destino, ocasionando atrasos, alteração de seqüência e mesmo perda desses pacotes. 

A tecnologia desenvolvida para a comunicação VoIP, implementada através dos novos protocolos, assegura a reordenação dos pacotes de dados e a reconstituição do sinal original, compensando o eco decorrente do atraso fim-a-fim dos pacotes de dados, o jitter e a perda de pacotes.

Estes novos protocolos funcionam como aplicações específicas sobre o protocolo IP para prover comunicação em tempo real e sinalização de chamadas para as aplicações de Voz. Esses protocolos são executados por máquinas existentes nas redes IP (roteadores, switches) e por novos elementos funcionais que complementam a arquitetura dos sistemas de Telefonia IP.

Telefonia IP: Arquitetura

Na telefonia tradicional, a rede é hierárquica, ou seja, é baseada em grandes centrais telefônicas interligadas de forma hierárquica e que detém a inteligência da rede. Além disso, os terminais são desprovidos de inteligência e o seu endereçamento depende da geografia da área de abrangência da rede (ver tutorial do Teleco “Telefonia Fixa no Brasil”).

Na telefonia IP, a rede é plana, não hierárquica, especializada no roteamento e transporte de pacotes de dados, e pode oferecer vários tipos de serviços. Os terminais são inteligentes, seu endereçamento independe de sua localização geográfica, e o processamento e a realização das chamadas ocorrem em vários equipamentos que podem estar localizados em qualquer parte da rede.

A figura a seguir apresenta a arquitetura típica de rede para a telefonia IP. 

Apresenta-se a seguir cada um dos elementos desta arquitetura.

Rede IP

É a rede de dados que utiliza os protocolos TCP/IP. Sua função básica é transportar e rotear os pacotes de dados entre os diversos elementos conectados a rede. Conforme o seu porte, pode ter um ou mais segmentos de rede.

Sistema de Telefonia Fixa Comutada (STFC)

É o sistema público convencional de comunicação de Voz, que interliga empresas e residências em âmbito nacional e internacional. O sistema de telefonia móvel atual também pode ser considerado convencional, para os serviços de comunicação de Voz.

PABX

É o equipamento de uso corporativo empregado para executar os serviços privados de Voz nas empresas. Geralmente são sistemas digitais, e se interligam ao STFC (ou aos sistemas de telefonia móvel) para realizar as comunicações externas.

Terminal Telefônico Convencional (Tel)

É o telefone convencional usado em residências e empresas. Em alguns sistemas digitais mais modernos (públicos ou privados), os telefones também são digitais, para permitir um maior número de funcionalidades adicionais à comunicação de Voz convencional.

Terminal Telefônico IP (Tel IP)

É o telefone preparado para a comunicação de Voz em redes IP. Tem todas as funcionalidades e protocolos necessários instalados para suportar comunicação bidirecional de Voz em tempo real e a sinalização de chamadas. As funcionalidades adicionais integradas dependem da finalidade e do custo do terminal.

Terminal Multimídia (TM)

São computadores preparados para a comunicação de Voz em redes IP. Assim como o Tel IP, eles têm todas as funcionalidades e protocolos necessários instalados para suportar comunicação bidirecional de Voz em tempo real e a sinalização de chamadas.

Esses terminais podem ser utilizados para aplicações mais complexas, tais como Postos de Atendimento de Call Centers e estações para conferência multimídia, entre outras.

Gateway (GW)

É o equipamento responsável pela interoperabilidade entre a rede IP e o STFC (e/ou sistemas de telefonia móvel). Ele executa a conversão de mídia em tempo real (Voz analógica x Voz digital comprimida) e a conversão de sinalização para as chamadas telefônicas. Para simplificar o GW, o controle efetivo das chamadas em andamento é executado pelo Gateway Controller.

Em sistemas de maior porte as funcionalidades de mídia e sinalização podem ser separadas em equipamentos distintos, chamados de Media Gateway (MGW) e Signalling Gateway (SGW).

Gateway Controller (GC)

É o equipamento responsável pelo controle das chamadas em andamento realizadas pelos GW. Também chamado de Call Agent, o GC utiliza e gera as informações de sinalização e comanda os GW para iniciar, acompanhar e terminar uma chamada entre 2 terminais distintos.

Em sistemas de maior porte as funcionalidades de controle de mídia e sinalização podem ser separadas em equipamentos distintos, chamados de Media Gateway Controller (MGC) e Signalling Gateway Controller (SGC).

Multipoint Control Unit (MCU)

É o equipamento responsável pelos serviços de conferência entre 3 ou mais terminais. É composto por um Controlador Multiponto (MC – multipoint controller), responsável pela sinalização das chamadas, e por um Processador Multiponto (MP – multipoint processor), responsável pelo processamento dos pacotes de dados dos sinais de Voz dos terminais envolvidos na conferência.

Gatekeeper (GK)

É o equipamento responsável pelo gerenciamento de um conjunto de equipamentos dedicados a telefonia IP, quais sejam: Tel IP, TM, GW, GC e MCU. Suas principais funções são: executar a tradução de endereçamento dos diversos equipamentos, controlar o acesso dos equipamentos à rede dentro de sua Zona, e controlar a banda utilizada.

Outras funcionalidades opcionais podem ser adicionadas, entre elas: autorização de chamadas, localização de GW, gerenciamento de banda, serviços de agenda telefônica (lista) e serviços de gerenciamento de chamadas.

Na figura acima cada GK é responsável por um conjunto de terminais. A comunicação entre 2 GK’s distintos normalmente é feita durante a realização de chamadas de longa distância, através de protocolos específicos para esse fim, onde são trocadas informações relativas aos terminais de cada área de atuação dos GK’s.

Zona

Zona é um conjunto de terminais, GW’s e MCU’s gerenciados por um único GK. Uma zona deve ter pelo menos 1 terminal, e pode ou não conter GW’s ou MCU’s. Entretanto, uma zona tem apenas 1 GK. Fisicamente a Zona pode ser composta por um ou mais segmentos de rede interligados através de roteadores ou outros equipamentos semelhantes.

Comparada com os sistemas telefônicos convencionais, uma Zona corresponde a uma área com um determinado código de localidade, ou seja, uma cidade ou um conjunto de cidades conforme o tamanho e número de terminais.

Telefonia IP: Protocolos

A comunicação entre dois terminais na telefonia IP ocorre através de 2 processos simultâneos: 

Sinalização e Controle de Chamadas

  • Estabelecimento da chamada (call setup): ocorre entre 2 ou mais terminais e envolve um ou mais GK’s, para obtenção da informação dos terminais de uma mesma zona ou de zonas distintas. Pode envolver também os GC’s e GW’s, caso incluam terminais do STFC, ou os MCU’s, caso seja estabelecida uma conferência. Estabelecida a chamada, são criados canais virtuais de controle entre todos equipamentos envolvidos.
  • Acompanhamento da chamada (call handling): é feito através dos canais de controle no decorrer da chamada para identificar perda de conexão e outros eventos relevantes e dependentes dos serviços adicionais permitidos pelos terminais, quais sejam: atendimento simultâneo, chamada em espera, e etc.
  • Finalização da chamada (call termination): libera os terminais e outros equipamentos envolvidos, libera os canais de controle e atualiza o status dos terminais junto aos equipamentos da rede.

Processamento de Voz

  • Controle do transporte de Voz (transport control): estabelecida a chamada, os terminais (e GW’s ou MCU’s, conforme o caso) iniciam um processo de definição do mecanismo de transporte de Voz onde é eleito um mestre, identifica-se o tipo de mídia a ser transportada (Voz) e são criados os canais virtuais de controle e de mídia.
  • Transporte de mídia (media stream transport): inicia-se o transporte bidirecional em tempo real de mídia (Voz) entre os terminais envolvidos através dos canais virtuais criados na fase anterior. São usados recursos dos pacotes UDP da rede IP para minimizar o overhead do protocolo, otimizando o uso da rede.

Protocolos

A telefonia IP utiliza os protocolos TCP/UDP/IP da rede como infra-estrutura para os seus protocolos de aplicação que participam dos processos descritos acima. A figura a seguir apresenta a estrutura em camadas dos principais protocolos.

 Apresenta-se a seguir a descrição de cada um destes protocolos.

 H.323 Packet Based Multimedia Communications Systems

 O padrão H.323 é um conjunto de protocolos verticalizados para sinalização e controle da comunicação entre terminais que suportam aplicações de áudio (Voz), vídeo ou comunicação de dados multimídia.

 É uma recomendação guarda-chuva do ITU-T que define padrões para comunicação multimídia através de redes que não oferecem Qualidade de Serviço (QoS) garantida, como é o caso das redes do tipo LAN, IP e Internet.

 Os padrões utilizados do conjunto H.323 e suas aplicações para os sistemas de Telefonia IP são descritos a seguir.

 H.255.0 Call Signalling Protocols and Media Stream Packetization for Packet-based Multimedia Communication Systems

 Esta recomendação estabelece padrões para sinalização e empacotamento de mídia (Voz) para chamadas em sistemas baseados em redes de pacotes. Suas principais aplicações são:

  • Sinalização de chamadas: define um conjunto de mensagens que usa o formato da recomendação Q.931 sobre os pacotes TCP da rede IP, com a finalidade de estabelecer e finalizar chamadas. Estas mensagens são trocadas entre os equipamentos envolvidos na chamada: terminais, GC e MCU’s.
  • Controle de equipamentos na rede (Zona): define um conjunto de mensagens para a funcionalidade RAS, responsável pelo registro, admissão e status dos equipamentos na rede. As mensagens são trocadas entre o GK e os terminais, GW, GC e MCU’s para o controle de uma determinada Zona. Estas mensagens usam como suporte os pacotes UDP da rede IP.
  • Comunicação entre Gatekeepers (anexo G): define um conjunto de mensagens para a Sinalização Gatekeeper-gatekeeper, que estabelece o processo de sinalização e controle para chamadas entre Zonas distintas.
  • Transporte de mídia (Voz): esta recomendação baseia-se no uso dos protocolos RTP e RTCP como padrão para o transporte de mídia.

H.245 Control Protocol for Multimedia Communication

Esta recomendação estabelece padrões para a comunicação entre terminais, para o processo de controle do transporte de Voz (transport control). Estas mensagens usam como suporte os pacotes TCP da rede IP, e são trocadas entre os terminais, GW e MCU’s envolvidos em chamadas do tipo ponto-a-ponto e ponto-multiponto.

H.235 Security and Encryption for H-Series (H.323 and other H.245-based) Multimedia Terminals

Esta recomendação estabelece padrões adicionais de Autenticação e Segurança (Criptografia) para terminais que usam o protocolo H.245 para comunicação ponto-a-ponto e multiponto.

H.450.X Generic Functional Protocol for the Support of Supplementary Services

Conjunto de recomendações que estabelece padrões de Sinalização para serviços adicionais para terminais, tais como transferência e redirecionamento de chamadas, atendimento simultâneo, chamada em espera, identificação de chamadas, entre outros.

Estas mensagens usam como suporte os pacotes TCP da rede IP, e são trocadas entre os terminais, GW e MCU’s envolvidos em chamadas do tipo ponto-a-ponto e ponto-multiponto que possuam as funcionalidade dos serviços adicionais.

Session Initiation Protocol (SIP)

O protocolo SIP, definido através da recomendação RFC 2543 do IETF, estabelece o padrão de sinalização e controle para chamadas entre terminais que não utilizam o padrão H.323, e possui os seus próprios mecanismos de segurança e confiabilidade.

Estabelece recomendações para serviços adicionais tais como transferência e redirecionamento de chamadas, identificação de chamadas (chamado e chamador), autenticação de chamadas (chamado e chamador), conferência, entre outros.

Sua utilização é similar ao conjunto H.323 descrito, embora utilize como suporte para as suas mensagens os pacotes UDP da rede IP.

Media Gateway Control Protocol (MGCP)

O protocolo MGCP, definido através de recomendação RFC 2705 do IETF, é usado para controlar as conexões (chamadas) nos GW’s presentes nos sistemas VoIP. O MGCP implementa uma interface de controle usando um conjunto de transações do tipo comando – resposta que criam, controlam e auditam as conexões (chamadas) nos GW’s. Estas mensagens usam como suporte os pacotes UDP da rede IP, e são trocadas entre os GC’s e GW’s para o estabelecimento, acompanhamento e finalização de chamadas.

Media Gateway Control Protocol (MEGACO)

O protocolo Megaco é resultado de um esforço conjunto do IETF e do ITU-T (Grupo de Estudo 16). O texto da definição do protocolo e o mesmo para o Draft IETF e a recomendação H.248, e representa uma alternativa ao MGCP e outros protocolos similares.

Este protocolo foi concebido para ser utilizado para controlar GW’s monolíticos (1 único equipamento) ou distribuídos (vários equipamentos). Sua plataforma aplica-se a gateway (GW), controlador multiponto (MCU) e unidade interativa de resposta audível (IVR). Possui também interface de sinalização para diversos sistemas de telefonia, tanto fixa como móvel.

Real-Time Transport Protocol (RTP)

O protocolo RTP, definido através da recomendação RFC 1889 do IETF, é o principal protocolo utilizado pelos terminais, em conjunto com o RTCP, para o transporte fim-a-fim em tempo real de pacotes de mídia (Voz) através de redes de pacotes. Pode fornecer serviços multicast (transmissão um para muitos) ou unicast (transmissão um para um).

O RTP não reserva recursos de rede e nem garante qualidade de serviço para tempo real. O transporte dos dados é incrementado através do RTCP (protocolo de controle) que monitora a entrega dos dados e provê funções mínimas de controle e identificação. No caso das redes IP este protocolo faz uso dos pacotes UDP, que estabelecem comunicações sem conexão.

Real-Time Transport Control Protocol (RTCP)

O protocolo RTCP, definido também através da recomendação RFC 1889 do IETF, é baseado no envio periódico de pacotes de controle a todos os participantes da conexão (chamada), usando o mesmo mecanismo de distribuição dos pacotes de mídia (Voz). Desta forma, com um controle mínimo é feita a transmissão de dados em tempo real usando o suporte dos pacotes UDP (para Voz e controle) da rede IP.

Telefonia IP: Ambiente Corporativo

Com o crescimento das redes LAN (intra-office) e com a adoção crescente do conceito WAN (inter-offices) fazendo uso de facilidades do tipo VPN fornecidas pelas operadoras de serviços de dados, a telefonia IP tem encontrado um grande espaço para a sua implantação no ambiente corporativo, substituindo os PABX’s tradicionais pela solução PABX-IP. Suas principais vantagens são:

  • Uso de cabeamento comum para voz, vídeo e dados;
  • Uso do mesmo grupo de suporte (helpdesk e manutenção de TI);
  • Mesmo hardware;
  • Mesmos fornecedores;
  • Elimina a limitação geográfica de cabeamento e equipamento;
  • Facilita a mobilidade de usuários sem a respectiva reestruturação de localidades e sistemas;
  • Integra agendas e outros serviços telefônicos com aplicações baseadas no conceito Web-browser.

A figura a seguir mostra uma arquitetura típica para uma corporação com mais de um escritório.  

Apresenta-se a seguir cada um dos elementos desta arquitetura.

Rede Local (LAN)

Em cada escritório (matriz e as várias filiais) existe uma rede local, constituída pelo cabeamento de dados, pelos servidores de aplicações de dados e de telefonia IP, e pelos diversos terminais que podem ou não possuir as funcionalidades de VoIP.

Terminais

Em cada escritório existem terminais de dados (PC), terminais multimídia (TM) e terminais de telefonia IP (Tel IP), todos conectados a uma infra-estrutura comuns de rede de dados.

O deslocamento de pessoal é facilitado pois os terminais podem ser conectados em qualquer escritório sem alteração de infra-estrutura e sistemas, e todas as facilidades configuradas para o perfil do usuário podem ser acessadas.

Roteador (ROT)

Equipamento responsável pela interface entre a rede local e o provedor de rede IP. Participa da funcionalidade de VPN, e pode ter adicionalmente as funções de Firewall e, em redes de menor porte, de gateway para interface com o STFC.

Gateway (GW)

É o equipamento responsável pela interoperabilidade entre a rede local e o STFC (e/ou sistemas de telefonia móvel). Ele executa a conversão de mídia em tempo real (Voz analógica x Voz digital comprimida) e a conversão de sinalização para as chamadas telefônicas.

Call Manager (CM)

É o equipamento responsável pelo gerenciamento de chamadas. O call manager implementa as funções de gatekeeper (GK), gerenciando os elementos que fazem parte do sistema VoIP, e gerencia as chamadas, fornecendo serviços de tradução de endereçamento IP, controle do GW, entre outros.

Pode ser implementado através de equipamentos redundantes e backups em locais distintos. Normalmente existe um equipamento principal no escritório matriz (redundante e com backup em outro escritório), que mantém a configuração de toda a rede, e equipamentos secundários nos outros escritórios, que conhecem apenas suas redes internas.

As chamadas que envolvam escritórios distintos necessariamente envolvem o equipamento principal localizado na matriz.

Application Server (AS)

É o equipamento que fornece serviços adicionais ao sistema VoIP. Dentre esses serviços pode ser destacados: caixa postal de Voz (voice mail), unidade interativa de resposta audível (IVR) e serviços de agenda telefônica.

Telefonia IP: Internet ou Banda Larga e a qualidade (QoS)

Os sistemas de telefonia IP tornam-se viáveis na medida em que alguma garantia de qualidade de serviço (QoS) possa ser obtida da rede IP onde eles são implementados. 

Quando essa rede é usada exclusivamente pelo provedor para fornecimento de serviços de dados e/ou VoIP, com gerenciamento e engenharia de rede adequados, o QoS pode ser ajustado para atender aos requisitos de todos os serviços ofertados, inclusive VoIP com qualidade.

Há, entretanto, entre os provedores de serviços, e mesmo no mercado corporativo, a busca por soluções de menor custo para dados e Voz. E nessa busca a Internet, com as suas características de custo baixo e infra-estrutura “pública”, surge como alternativa a ser considerada.

A questão principal que se coloca é o QoS da Internet. A arquitetura da Internet é composta por um número muito grande de redes de diversos provedores e outras entidades comerciais ou não, sem um responsável efetivo pelo controle da banda fornecida ou utilizada e sua conseqüente qualidade de serviço.

Para aplicações de tempo real com mídias do tipo áudio (Voz) ou vídeo, não se pode garantir disponibilidade de banda e mesmo a disponibilidade da rede.

Apresenta-se a seguir algumas soluções para Telefonia IP usando a Internet, e os impactos futuros para esta aplicação.

Provedores de Serviços de Telefonia IP

Alguns provedores de serviços de Telefonia IP ( operadoras VoIP ) têm conseguido oferecer qualidade de serviço utilizando a Internet, especialmente para chamadas de longa distância. Sua estratégia é voltada para o gerenciamento da qualidade de serviço utilizando vários rotas no backbone da Internet.

Esses provedores utilizam equipamentos dedicados com aplicações sofisticadas que verificam em tempo real a qualidade de serviço de cada rota e direcionam o tráfego de Voz para a rota que fornece o melhor QoS a cada instante.

Esta solução oferece também ao sistema uma característica de disponibilidade de serviço bastante interessante.

Além do fator qualidade e disponibilidade de serviço, o custo de expansão de rede torna-se interessante neste tipo de aplicação. Na Internet o custo de expansão das redes é de responsabilidade dos proprietários de cada rede, não sendo repassado aos usuários. Desta forma, os provedores de telefonia IP podem prescindir desse custo e oferecer o serviço de forma mais vantajosa para seus Clientes.

Mercado corporativo

No mercado corporativo o uso da Internet como meio de transporte para a telefonia IP apresenta algumas ressalvas:

  • Contratação de serviço de acesso a Internet de vários provedores, para garantir a disponibilidade e qualidade de serviço;
  • Implantação de sistemas sofisticados de gerenciamento dos canais de acesso a internet, a exemplo da estratégia aplicada pelos Provedores de Telefonia IP;
  • Aumento do custo de operação da rede (equipamentos e pessoal) devido a maior complexidade do sistema, para garantir a disponibilidade dos serviços de Voz conforme a necessidade dos usuários.

Desta forma, esta opção pode ser considerada como alternativa para comunicações de Voz cuja finalidade possa prescindir da qualidade e disponibilidade de serviço oferecida pelos sistemas de telefonia convencional ou mesmos pelos sistemas de telefonia IP que utilizam redes IP privadas.

Conclusão

O uso da Internet como meio de transporte de Voz tem alguns casos de sucesso, principalmente nas chamadas de longa distância. Hoje o usuário que está fazendo uma chamada desse tipo não consegue identificar o tipo de tecnologia que está sendo usada, e mesmo qual o caminho que a sua conversa está seguindo.

Entretanto, nem todas as aplicações têm o mesmo resultado. O mercado corporativo e mesmo residencial ainda tem dificuldades para usar de forma generalizada esse tipo de tecnologia.

A medida em que o mercado for demandando novos serviços através da Internet, a estrutura de precificação desses serviços poderá ser aperfeiçoada de forma a definir o custo do acesso de acordo com o tipo de aplicação do usuário.

Esse novo formato de remuneração pode permitir o aperfeiçoamento da própria arquitetura da Internet, através da implantação de protocolos mais sofisticados que permitem a definição de prioridades para o transporte dos pacotes de dados de acordo com o tipo de aplicação do usuário.

Nesse novo contexto, tanto provedores como usuários terão a oportunidade de usar a Internet para as aplicações de telefonia IP (e para outras mídias) com custos um pouco superiores aos atuais, porém com a qualidade de serviço adequada.

Telefonia IP: Considerações Finais

A telefonia IP, usando rede IP ou Internet, tem avançado a largos passos.

Novos produtos vêm sendo desenvolvidos pelos fornecedores para viabilizar negócios para os Provedores de Serviços e soluções alternativas para o mercado corporativo.

Os provedores de serviços vêm alterando a arquitetura das redes de telefonia convencional para aplicar soluções de telefonia IP nas ligações de longa distância, através do uso de suas redes IP e de centrais de trânsito que se comunicam através de conexões de Voz sobre IP (canais IP). Além disso, novos provedores já fornecem serviços de telefonia IP de longa distância usando a infra-estrutura da Internet.

No mercado corporativo a demanda pela convergência das redes de Voz e dados e a necessidade de redução de custos de comunicação vêm pressionando os fornecedores de equipamentos e serviços a viabilizarem essas soluções com custos adequados.

Todo este contexto ratifica o desenvolvimento das redes NGN (Next Generation Networks), cuja convergência Voz-dados é a mola mestra. Nestas redes o transporte dos dados é feito de forma simplificada, e a inteligência é distribuída por todos os equipamentos de aplicação e terminais.

As Soft-switches, equivalentes distantes às centrais de comutação, passam a controlar as chamadas de Voz, os serviços adicionais e os pacotes de dados, de forma indistinta na rede.

Há ainda que se considerar uma questão final: a da regulamentação do serviço de Voz. No Brasil a regulamentação dos serviços de Voz não especifica a tecnologia a ser usada, e sim o tipo de serviço a ser prestado pelos provedores.

O serviço de Voz é regulamentado através de 2 modalidades:

  • STFC, prestado como serviço público de Voz;
  • SCM (Serviço de Comunicação Multimídia), prestado como parte dos serviços multimídia.

Essas licenças têm públicos distintos, e não devem ser confundidas entre si. Cada tipo de licença oferece ao provedor um público específico e é dentro desse contexto que ele deve operar os seus serviços, seja usando a tecnologia da telefonia convencional, seja usando a tecnologia VoIP.

Existem, entretanto, requisitos adicionais que diferenciam os serviços e que diferenciam as responsabilidades dos operadores. Para o STFC os requisitos de numeração, cobertura, interconexão, e qualidade de serviços são bastante rígidos e a obtenção da licença é mais complexa.

Para o SCM os requisitos são voltados aos serviços multimídia, permitem a interconexão e o uso de numeração, e a obtenção da licença é mais simplificada.

Ressalta-se apenas que a licença SCM não deve ser confundida com o STFC ou com a prestação de serviços de comunicação de massa (broadcast ou TV paga).

Referências

Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações.
ITU – The International Telecommunication Union, órgão responsável pelo desenvolvimento de padronização para telecomunicações.
IETF – The Internet Engineering Task Force, órgão responsável pelo desenvolvimento de padronização para a Internet (RFC).

Autor:

Huber Bernal Filho – Engenheiro da Teleco (MAUÁ 79), tendo atuado nas áreas de Redes de Dados e Multisserviços, Sistemas Celulares e Sistemas de Supervisão e Controle.

Ocupou posições de liderança na Pegasus Telecom (Gerente – Planejamento de Redes), na Compaq (Consultor – Sistemas Antifraude) e na Atech (Coordenador – Projeto Sivam). Atuou também na área de Sistemas de Supervisão e Controle como coordenador de projetos em empresas líderes desse mercado.

Tem vasta experiência internacional, tendo trabalhado em projetos de Teleco nos EUA e de Sistemas de Supervisão e Controle na Suécia.

Atualmente dedica-se à Teleco e à prestação de serviços de consultoria em telecomunicações.

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10 abr

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04 abr

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03 abr

Como uma Central Telefônica Virtual pode ajudar você a economizar

A capacidade de utilizar telefonia pela internet é uma realidade cada vez mais constante para empresas de pequeno e médio porte, que procuram soluções para diminuírem gastos, aumentarem a eficácia do sistema administrativo e um crescimento que seja compatível com as expectativas e objetivos da companhia. Uma central telefônica virtual pode fazer toda a diferença em qualquer negócio.

De um modo geral, as empresas encontram muitas dificuldades na área da telefonia convencional, pois os custos para sistemas tradicionais como ramais e centrais telefônicas são muito altos, condizentes somente para a realidade de grandes empresas que podem arcar com esses valores. Para empresas menores, as soluções de telefonia pela internet oferecem uma oportunidade de reduzir a distância entre as empresas multinacionais e as que trabalham localmente. A central telefônica virtual é uma dessas oportunidades e a Mais Telecom apresenta nesse texto algumas vantagens que buscar um desses serviços pode apresentar ao seu negócio.

Uma forma fácil de controlar o consumo

Uma central telefônica virtual funciona como uma rede unificadora de todas as linhas presentes na sua empresa ou no seu negócio. Esse controle vai agilizar o processo de organização e coordenação dos setores de sua empresa, garantindo uma estrutura que funcione de forma muito efetiva. Como dito previamente, qualquer tipo de redução nos custos de uma empresa de pequeno e médio porte pode mudar completamente a eficácia e o potencial de competitividade da instituição.

Esse controle do consumo de telefonia vai permitir que você trace planos para a melhoria de como os gastos são colocados na telefonia. Você vai poder analisar qual setor precisa de um plano com mais liberdade de ligações e quais podem sobreviver mesmo com uma redução considerável no consumo em telefonia. Nos momentos em que as contas da empresa ficarem apertadas, um controle constante com a telefonia pode também ser um caminho para solucionar um problema como esse.

Software de tarifação

Esse controle na central telefônica virtual é feito a partir de um software de tarifação que reúne todas as ligações feitas por telefones presentes na central e apresenta suas taxas instantaneamente, não precisando de um tempo de espera para que você saiba exatamente o que você está pagando e de onde esse valor saiu.

Além disso, esse sistema oferece gráficos detalhados com todos os detalhes do seu consumo com telefonia, com filtros capazes de atingir muito bem as suas necessidades na hora de analisar resultados e buscas soluções.

Todas essas vantagens são apresentadas de uma forma simples, em uma interface muito útil para o cuidado de pessoas com diferentes níveis de conhecimento sobre o funcionamento técnico em informática e sistemas virtuais. Você não vai encontrar dificuldades em manejar seu consumo de uma forma inteligente e preparada, além de conseguir acessar dados muito detalhados sobre questões importantes para o bem-estar de sua empresa.

Liberdade de escolha

A central telefônica virtual é capaz de reunir telefones de diferentes operadoras e origem – telefone convencional ou VoIP – e diferentes operadoras ou empresas. Isso abre um leque incrível de possibilidades para a empresa que utiliza esse tipo de serviço, pois ela pode adquirir planos variados que sirvam para atingir a necessidade de diferentes setores da companhia.

Cada setor tem uma necessidade diferente dentro da telefonia, e poder escolher planos e modelos únicos para cada uma dessas situações é uma vantagem incrível que quem contrata um serviço de central telefônica virtual pode contar.

Considerações finais

Depois de conhecer o que uma central telefônica virtual pode fazer pela sua empresa, não existem mais motivos para você deixar essa tecnologia de lado. Ela vai te ajudar a evoluir em todos os setores e encontrar a estabilidade financeira tão importante, especialmente para empresas de pequeno e médio porte.

O sucesso é um caminho complicado, mas as novidades na telefonia podem ser um grande passo para seu negócio, principalmente em um mercado tão competitivo como temos atualmente no Brasil. Saiba mais sobre os planos de telefonia digital da Mais Telecom clicando aqui e criando sua conta gratuita.

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27 mar

Mais Centrex – PABX Virtual

Mais Telecom, operadora de telefonia fixa brasileira, lança seu PABX-Virtual.

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O MAIS CENTREX é um PABX Virtual. Uma solução atualizada e eficiente que integra os conceitos de telefonia convencional com o que há de mais avançado em tecnologia IP, oferecido e projetado de acordo com as necessidades de sua empresa.

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CALL CENTER
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  • VANTAGENS

PAINEL DE ADMINISTRAÇÃO
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URA DE ATENDIMENTO
Você pode gravar um áudio com um atendimento personalizado, direcionando as ligações para determinado ramal, trazendo assim mais confiança e status para sua empresa.

SENHA POR RAMAL
Você pode colocar senhas nos ramais, antes de cada ligação ser realizada.

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RAMAIS ILIMITADOS
Utilize o ramal de qualquer lugar com acesso a internet e faça ligações entre ramais sem custo.

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27 mar

Como uma Central Telefônica Virtual pode ajudar você a economizar

A capacidade de utilizar telefonia pela internet é uma realidade cada vez mais constante para empresas de pequeno e médio porte, que procuram soluções para diminuírem gastos, aumentarem a eficácia do sistema administrativo e um crescimento que seja compatível com as expectativas e objetivos da companhia. Uma central telefônica virtual pode fazer toda a diferença em qualquer negócio.

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