29 maio

O que é Firewall de Borda e como ele protege a sua empresa

Firewall de Borda é um sistema essencial para a proteção da informação abrigada e compartilhada pelas médias e grandes empresas hoje em dia

O que é Firewall de Borda e como ele protege a sua empresa

A partir da transformação digital, que atinge, sobretudo, as grandes e médias empresas, a conscientização a respeito da importância de proteger a informação em ambientes corporativos tem crescido consideravelmente. Apesar de que ainda existem grandes falhas nesse cenário, e ainda seja necessário, a muitas corporações, percorrer um longo caminho para que, de fato, se sintam seguras, a necessidade de investimentos maciços em segurança da informação é um consenso.

Ambientes empresariais, quando o assunto é tecnologia da informação, estão sujeitos a riscos que podem vir tanto de um meio externo quanto dos próprios departamentos internos que utilizam a rede compartilhada da empresa. Externamente, as ameaças podem vir de hackers e crackers, enquanto, internamente, a segurança dependerá do bom comportamento dos usuários, bem como de sistemas e ferramentas que garantem uma maior proteção.

A fim de amenizar ou até mesmo extinguir esse risco, grandes companhias contam com variadas soluções que podem ser aplicadas para proteção e disponibilidade das informações. No entanto, o chamado Firewall de Borda figura como um dos mais utilizados no meio corporativo, sendo também um dos mais eficientes quando se trata de proteção de sistemas de informação em ambientes empresariais.

O Firewall de Borda é um sistema desenvolvido para prevenir o acesso não autorizado a uma rede privada, ou proveniente dela. A tarefa básica do Firewall é controlar o tráfego entre redes de computadores com diferentes níveis de confiança, como a rede Internet (zona não confiável), a rede de servidores (zona desmilitarizada) e a rede interna de uma empresa (zona confiável).

Além desse sistema ser capaz de restringir e controlar o fluxo do tráfego de dados entre redes, mais comumente entre uma rede interna e a Internet, os Firewalls podem estabelecer regiões seguras entre redes internas, criando perímetros de segurança com políticas específicas para os sistemas que abrigam.

Em outras palavras, o Firewall de Borda funciona como um filtro, que verifica constantemente o fluxo de dados na sua organização, analisando a sua procedência. Assim, o Firewall é capaz de prevenir ataques de vírus e outras ameaças cibernéticas, controlar acesso a blogs, redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas, além de gerenciar acessos de dispositivos móveis.

A sua tradução literal, “parede de fogo”, já indica que o Firewall é uma solução que se enquadra em uma espécie de barreira de defesa, sendo o seu objetivo principal bloquear tráfego de dados indesejados e liberar acessos bem-vindos, ou seja, ele é fundamental para proteger as informações manipuladas por toda organização.

Porém, essa não é a única funcionalidade e o único benefício de segurança que o Firewall de Borda pode oferecer à rede de ambientes corporativos. A seguir, apresenta-se uma lista com 6 de suas funcionalidades primordiais.

1 – Evita abusos e desperdícios de tempo

Sobretudo nos tempos atuais, a Internet é uma ferramenta essencial para qualquer negócio, principalmente para as médias e grandes companhias. No entanto, para se ter um uso efetivo e completo da web, é necessário criar controles que evitem abusos e desperdícios.

Estudos revelam que o acesso à Internet pode levar um usuário a desperdiçar até 20% do seu tempo produtivo acessando conteúdos para fins pessoais. O mesmo desperdício também ocorre no contexto empresarial, em que os colaboradores podem desviar sua atenção para atividades pessoais na web. Para a resolução desse problema, os Firewalls são capazes de, conforme a demanda da empresa e do perfil do colaborador, bloquear sites por conteúdo e por URLs, moderando o uso da Internet para fins pessoais.

2 – Bloqueia conteúdo impróprio e de risco

Aliado à função apresentada no item anterior, o bloqueio de conteúdos impróprios, e que podem trazer riscos à rede da empresa, é uma funcionalidade que, além de evitar o desperdício de tempo, garante uma navegação segura.

Para se ter ideia, dependendo do perfil do usuário, é possível aplicar políticas aos sites visitados pelos clientes da rede local, evitando, por exemplo, que um colaborador possa entrar em um site ou uma URL suspeito e com palavras abusivas.

O controle pode ser configurado por endereço IP da estação ou através de autenticação de usuário e senha em uma base local ou uma base já existente. Quando o conteúdo é bloqueado, o usuário pode ser direcionado para uma página com formulário de solicitação. Esse procedimento evita o aumento da contaminação por vírus, trojans, spywares e outras ameaças que podem causar danos irreversíveis aos dados abrigados pelos sistemas da companhia.

3 – Faz o controle de banda e roteamento avançado

O Firewall de Borda oferece, em sua gama de funcionalidades, o controle de taxas máximas de download e upload que cada usuário ou servidor poderá consumir. Muito útil para evitar que um único usuário ou servidor congestione links de Internet. Também é possível forçar IPs de origem e/ou destino para utilizarem determinado link de Internet.

4 – Garante uma alta disponibilidade

A partir da implementação de sistemas de Firewall de Borda, é possível configurar múltiplos links de Internet e realizar a troca, automática ou manual, de roteamento em caso de falhas. Para ambientes críticos, é recomendável o uso de 2 servidores Firewall simultaneamente. Tal operação evitará gargalos em processos dependentes da rede de Internet.

5 – Gera estatísticas de acesso

Os Firewalls de Borda também são capazes de gerar gráficos e relatórios que possibilitam analisar o fluxo dos dados entre as redes. Mais especificamente, esses sistemas podem metrificar o consumo dos circuitos de Internet, consumo dos circuitos de Internet por cada endereço IP de rede local, além de produzir relatório de sites acessados por nome do usuário ou IP da estação.

6 – Permite acesso remoto e seguro

Outra funcionalidade oferecida por sistemas de Firewall de Borda é a possibilidade de acesso externo aos computadores de uma rede interna, de forma segura através de conexões criptografadas.

O acesso remoto externo a estações e servidores da rede, por meio de chaves seguras ou autenticação de usuário e senha em uma base local, é uma ferramenta útil para nos dias atuais, visto que o acesso a dados, remotamente, é uma demanda que pode surgir e precisa ser realizada de modo seguro.

Agora que você entende melhor como funcionam as soluções de Firewall de Borda e tem ciência da sua importância para a redução de ameaças virtuais, para a transparência sobre o uso da Internet, para o aumento da produtividade e da disponibilidade de recursos de Internet em ambiente corporativo, pretende implementar Firewalls corporativos em sua empresa? Já faz uso desse recurso? Conte-nos suas experiências nos comentários.

Mais Meeting

 

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24 maio

Mais Centrex – O PABX Virtual da Mais Telecom

O que é?

O MAIS CENTREXé um PABX Virtual. Uma solução atualizada e eficiente que integra os conceitos de telefonia convencional com o que há de mais avançado em tecnologia IP, oferecido e projetado de acordo com as necessidades de sua empresa.

BAIXO INVESTIMENTO INICIAL
Substitua seu PABX convencional ou modernize sua empresa que ainda não possui central telefônica sem a necessidade de altos investimentos em equipamentos. Conte com todas as funcionalidades de uma central profissional pelo preço e a praticidade de um serviço na web.

MOBILIDADE
Tenha seu ramal em seu smartphone ou notebook e mantenha- se conectado ao escritório de qualquer lugar com acesso a internet.

ESCALABILIDADE
A expansão de sua empresa sem complicações. Crie mais ramais de acordo com sua necessidade, diretamente pelo Painel de Controle.

FLEXIBILIDADE
Configure e gerencie totalmente via web, de forma simples e rápida, de qualquer lugar e a qualquer hora.

DISPONIBILIDADE
Serviço em cloud hospedado em um ambiente seguro e redundante, garantindo o nível de serviço (SLA).

CALL CENTER
Possibilidade de utilização do módulo Call Center, aumentando o desempenho e controle de suas vendas. (sob consulta)

PAINEL DE ADMINISTRAÇÃO
Sistema administrativo online, onde você pode visualizar as ligações e obter extratos detalhados, além de configurações gerais de todos os ramais.

URA DE ATENDIMENTO
Você pode gravar um áudio com um atendimento personalizado, direcionando as ligações para determinado ramal, trazendo assim mais confiança e status para sua empresa.

SENHA POR RAMAL
Você pode colocar senhas nos ramais, antes de cada ligação ser realizada.

RESTRIÇÃO DE CHAMADAS
Defina quais tipos de ligações cada ramal pode fazer conforme as necessidades da sua empresa.

CAIXA POSTAL
Caixa postal eletrônica que armazena todos os recados de voz de cada ramal sua empresa.

GRAVAÇÃO
Grave as ligações de todos os ramais de forma simples e prática. (sob consulta)

RAMAIS ILIMITADOS
Utilize o ramal de qualquer lugar com acesso a internet e faça ligações entre ramais sem custo.

TRANFERÊNCIA
Transfira ligações para qualquer ramal, esteja ele dentro ou fora da empresa.

SIGA-ME
Se um ramal está ocupado ou o atendente ausente, você pode transferir a ligação para um celular ou telefone fixo.

Mais Centrex

 

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23 maio

Três grandes passos para a transformação digital da sua empresa

Transformação digital na prática: como é possível reconhecer o melhor que a tecnologia lhe oferece para aplicar à realidade da sua empresa?

Três grandes passos para a transformação digital da sua empresa

O norte-americano Bill Gates, um dos mais admirados gênios da informática e da gestão de grandes empresas, atribui o sucesso no mundo corporativo àqueles que não possuem receio de ousar: “A única forma de atingir um cenário super positivo é através de uma grande inovação. A inovação realmente muda o jogo”.

O mundo muda a cada dia. Com as constantes produções tecnológicas, transformam-se também o modo de fazer negócios, de se relacionar com seus clientes, de atrair novos investimentos e de alavancar o reconhecimento de sua marca. Mas por trás de todos esses resultados, é necessário aplicar uma gestão estratégica da empresa, com inteligência suficiente para saber aproveitar o que de mais interessante a tecnologia dispõe.

Para isso, é impossível ignorar as potencialidades oferecidas pelas ferramentas digitais. A transformação digital é um conceito necessário de ser entendido por qualquer gestor atento às novas condições do mercado. Utilizar os softwares coerentes no dia a dia da corporação é sinônimo de uma considerável redução de erros, mão de obra, custos, protocolos e tantas outras dores de cabeça.

Mesmo as empresas mais presas ao passado utilizam de algum nível de digitalização em seus negócios. No entanto, muitos ainda deixam de usufruir todas as potencialidades que poderiam, facilmente, otimizar seu tempo, lucro e serviço. Mas, por onde começar?

Até mesmo um manager disposto a transformar sua empresa digitalmente pode se sentir confuso diante de tantas ferramentas disponíveis. Esse guia vai explicar, então, o que é a transformação digital, como é possível reconhecer o que de melhor a tecnologia lhe oferece para aplicar à realidade da sua empresa e, por fim, como colocar em prática esses novos aliados.

O que é digitalização e o que ela traz de positivo?

A transformação digital é um termo empregado para a passagem inteligente dos processos empresariais antes feitos de forma analógica (física) para um meio digital. Na prática, é tornar mais simples, automático, cômodo e otimizado.

Tudo pode ser contemplado por meio da digitalização, desde ações simples (programar as escalas de férias dos funcionários) até soluções grandiosas capazes de potencializar lucros e evolução dos produtos (utilização de conceitos como Big Data, Internet das Coisas e Blockchain).

Ao todo, estima-se que haja 11 bilhões de dispositivos móveis conectados à internet ao redor do planeta. Isso rompe barreiras geográficas e se apresenta como uma globalizada fonte de opções a ser trabalhadas. Ferramentas permitem que você visualize a operação da sua própria empresa, estando em qualquer lugar do mundo.

Engana-se quem acredita que isso se aplique apenas a empresas de tecnologia. Todos os segmentos (agronegócio, indústrias, bancos, atacados etc) estão propensos a evoluir com esta nova realidade.

  • Identifique a realidade de sua empresa

O primeiro passo para transformar sua empresa digitalmente é identificar em qual estágio de avanço ela se encontra. Geralmente, as organizações podem ser classificadas em quatro fases digitais. Na primeira e mais carente de desenvolvimento, encontram-se as corporações com alta adesão dos processos analógicos e resistência do grupo gestor a investir em novos instrumentos. As ferramentas são denominadas imaturas. Nesses casos, o departamento de TI tem pouca visibilidade e integração com as demais áreas. Para melhorar o serviço, os gestores de TI precisam estreitar relações para definir em conjunto novas aplicações tecnológicas.

Em segundo estágio, existem os ambientes que já estão em processo prático de implementação de suas tecnologias, mas que contemplam baixa interação entre os departamentos. Para modificar esse cenário, os líderes precisam promover ações que ampliem o diálogo da TI e demais setores.

O terceiro quadrante de desenvolvimento é quando o departamento de TI é altamente integrado aos demais setores. No entanto, as tecnologias utilizadas não atendem às expectativas da empresa. Nesse caso, os gestores devem solicitar estudos de aplicabilidade de novas tecnologias.

As empresas mais desenvolvidas e que atingiram o grau máximo de transformação digital são aquelas onde são empregadas tecnologias altamente eficientes, aliadas a uma harmoniosa interação entre TI e os demais departamentos. Colaboradores de empresas nesse estágio tornam-se mais engajados com a corporação, incorporando conceitos como a mobilidade.

  • Proponha resultados

A digitalização é uma facilitação de processos, não uma complicação. Antes de realizar qualquer mudança e investir em determinada ferramenta, é preciso conhecer quais pontos da cadeia produtiva de sua empresa são frágeis e devem ser desenvolvidos.

O plano de digitalização precisa partir de uma questão inicial que responda quais resultados você quer atingir no curto, médio e longo prazo. Responder a essa pergunta é essencial para te dar um norte sobre quais atuais processos adotados estão indo contra as suas diretrizes de evolução e precisam ser remodelados.

Mesmo que cada empresa tenha uma realidade específica, existem fatores compartilhados por todas que devem ser levados em conta, que passam por estratégias de redução de custos, melhoria da produtividade e integração de todos os agentes da escala produtiva.

3 – Descubra as ferramentas

Com as metas bem estabelecidas, é hora de identificar quais ferramentas, de fato, otimizarão a gestão de seu serviço. Nesse ponto, é importante estar aberto a tudo e ir atrás dos mais variados recursos tecnológicos. Cada ferramenta digital pode ter uma aplicação objetiva dentro da realidade corporativa, basta conhecer suas possibilidades.

Algumas das maiores queixas dos gestores estão relacionadas à redução de custos de operação, melhoria de performance, agilidade e segurança. E para cada problema identificado na gestão, é possível que já exista uma ferramenta digital para solucioná-lo. Tais como:

Office 365

A mobilidade é um conceito que, após ser introduzido no mundo corporativo, vem beneficiando e auxiliando as empresas a alcançarem suas metas. Afinal, quem consegue viver sem ter acesso remoto à internet, arquivos e dados hoje em dia? Atualmente, a comunicação longe do desktop ou do escritório é vital para diversos profissionais.

Atualmente, já existem ferramentas que tornam isso possível. É o caso do Office 365. Lançado no Brasil em 2013, a solução funciona com o conceito de SaaS (software as a service) e oferece, além da facilidade de poder acessar documentos a partir de qualquer computador conectado à internet, uma série de vantagens para quem trabalha com equipes grandes.

Cloud Computing

Não só como uma ferramenta tecnológica que traz praticidade e flexibilidade para os usuários, o Cloud Computing também funciona como uma maneira de reduzir custos, já que os valores de infraestrutura, energia e instalação são usados no modelo de pagamento conforme o uso.

Além disso, todas as empresas prezam a proteção de seus arquivos, portanto, é importante mencionar a questão da segurança. Para proteger seus dados, há o backup na nuvem, que cria cópias de arquivos, mantendo-os seguros mesmo que haja qualquer tipo de problema com o HD ou exclusão de arquivos de origem.

O acompanhamento e o controle avançado de aplicações e componentes do negócio, tais como banco de dados, aplicações e middlewares também são essenciais para grandes empresas. O Max Monitor pode ser utilizado como gatilho para notificações, automações de elasticidade, parâmetros para definição e acompanhamento de tendências e tomadas de decisões técnicas e de negócio, além de ser capaz de reduzir as interrupções na rede, detectar, diagnosticar e resolver rapidamente problemas de desempenho, prever e criar relatórios de capacidade automatizados, evitando impactos no ambiente tecnológico da empresa, e auxiliar nos processos de tomadas de decisão, de acordo com relatórios do ambiente de rede.

Videoconferência

As reuniões por videoconferência são importantes no processo de transformação digital das empresas. Além da diminuição dos deslocamentos, que rende aumento de custos e perda de produtividade, a videoconferência faz com que as equipes de trabalho consigam produzir mais sem a existência de tantas interrupções longas e cansativas. A consequência natural é uma gestão melhor do tempo, que permite a realização de mais reuniões, sempre que se fizerem necessárias para o processo de tomada de decisões.

Link Dedicado

Manter a conexão com a internet, sem interrupções e com uma velocidade satisfatória é essencial para que todas as ferramentas citadas tenham bom funcionamento, garantindo também a fluência dos processos da empresa. Para isso, é essencial que as corporações contem com link dedicado, que garanta alta velocidade, confiabilidade e conexão permanente.

Além disso, com o cloud computing cada vez mais robusto, o link dedicado tem sido a aposta das empresas, que viram nele a oportunidade de armazenar todos os dados, sem a necessidade de comprar um servidor, ou seja, reduzindo custos.

Essas são algumas amostras do vasto universo tecnológico disponível para o andamento empresarial. O estudo correto da tecnologia faz com que o empresário consiga abandonar até mesmo operações já consagradas, como o pacote Office, e descubra alternativas que aumentem seu desempenho com menor custo.

As possibilidades são ilimitadas. Empresas que antes tinham problemas extremamente difíceis de serem resolvidos agora têm, em mãos, oportunidades simples de solução.

Hosting e Colocation

É essencial que todas as empresas mantenham seus dados, serviços ou mesmo ativos armazenados, protegidos, replicados e disponíveis em um Datacenter seguro que garanta especialização e ganho de escala, melhorando a qualidade, velocidade e padronização dos serviços.

Para isso, as soluções de Hosting e Colocation da Mais Telecom oferecem recursos exclusivos em um ambiente seguro e de alta disponibilidade para hospedar aplicações, ativos e soluções de TI, onde as tarefas de manutenção e funcionamento são de responsabilidade da operadora, enquanto o cliente direciona seu foco ao negócio e à inovação.

Outras dicas importantes

Escolha bem seus parceiros – O ideal é que todas as escolhas de investimentos sejam feitas em um trabalho bem alinhado com sua própria equipe de TI e empresas de consultoria ou venda de softwares. A relação deve ser muito mais que de cliente-fornecedor, mas de parceiros em busca de um mesmo objetivo de atingir resultados eficientes.

Lembre-se do cliente – Além de facilitar aspectos técnicos e administrativos da corporação, digitalizar modifica diretamente a relação de exposição de seu produto e, consequentemente, a forma de interação com seus clientes. É possível conhecê-los melhor e ter mais subsídios para agradá-los. Digitalizar seu negócio deve servir para que, no fim, você conquiste e fidelize mais pessoas. Opte por ferramentas que te propiciem monitorar redes sociais, explorar o marketing de precisão, simplifique as vendas, abra feedbacks com seu público e faça com que ele contribua para o desenvolvimento de seu serviço.

Engaje sua equipe e prepare o ambiente – Transforme a digitalização em um lema de sua empresa e deixe que todos participem ativamente desse processo. Envolva  todos os colaboradores no processo. Isso vai aumentar significativamente os resultados. Não adianta ter grandes tecnologias em desenvolvimento sem colocar os colaboradores a par de seus benefícios e processos.

E você, conseguiu identificar em qual estágio de digitalização sua empresa se encontra? Lembre-se de que estamos na era da informática e é impossível ignorar todos os seus benefícios no universo corporativo.

Reúna sua equipe, estude sua empresa, informe-se sobre as novas ferramentas no mercado e descubra como potencializar o desenvolvimento de sua empresa. A Mais Telecom pode ajudar no processo de transformação digital da sua empresa, conheça nossos produtos:

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21 maio

Como aprimorar a Inteligência Competitiva de sua empresa

Conhecer os concorrentes gera entendimento de mercado e facilita a tomada de decisões

Como aprimorar a Inteligência Competitiva de sua empresa

No século IV a.C, Sun Tzu, considerado um dos maiores estrategistas de todos os tempos, escreveu que, para se tornar invencível em qualquer batalha, é preciso conhecer integralmente a si mesmo e os seus adversários. Milênios após este ensinamento, a premissa se torna cada dia mais verdadeira no mundo dos negócios, onde é preciso, mais do que nunca, ser inteligente competitivamente.

No entanto, a Inteligência Competitiva (IC) é um processo organizacional muito mais abrangente do que simplesmente espiar os concorrentes. É um planejamento estratégico que visa colher um panorama completo de todo o contexto de mercado, obtendo um rol de informações preciosas que, em longo prazo, norteará a tomada de decisões imediatas dentro da empresa.

Na prática, a IC serve como um diagnóstico sobre o nível de competitividade do próprio negócio em comparação com empresas que compartilham realidades semelhantes. A partir disso, seus resultados tornam-se um guia para se atingir continuamente uma maior competitividade, remodelando práticas, metas, processos e tudo que engloba aquela corporação.

É comum gestores que não desenvolvem o conceito de IC em suas organizações serem surpreendidos por decisões tomadas pelas companhias que compartilham o mercado. Pela falta de um processo sistêmico de análise, as ações de terceiros são descobertas quando já estão em execução.

Muitas vezes, os avanços da concorrência impactam diretamente na rotina de todo o segmento, exigindo réplicas imediatas por parte das demais corporações. Por não antever aquela realidade, empresas despreparadas se veem obrigadas a elaborar estratégias imediatas sem o devido planejamento. Como resultado, pode haver prejuízos em diversas esferas.

Ser inteligente no ambiente corporativo significa deixar de ser reativo (esperar uma realidade se concretizar para agir) para se tornar proativo (perceber tendências para tomar as ações antes de seus desdobramentos). Para isso, é necessário desenvolver uma metodologia conhecida como Ciclo da Inteligência Competitiva, com etapas de atuação bem definidas.

Trata-se de um método para ler e interpretar corretamente todos os sinais oferecidos pelo mercado, por meio de um modelo de atuação sistêmica. Sua implementação garante uma minimização de surpresas negativas, permite identificar ameaças e boas oportunidades, reúne informações para tomada de decisões, diferencia boas e más ações, entre vários outros efeitos positivos no desenvolvimento de negócio.

 

Tipos de concorrentes

Antes de tudo, é fundamental conhecer os tipos de competidores que qualquer gestor vai se deparar. O primeiro é o concorrente direto, que atua com o mesmo tipo de produto (duas drogarias, por exemplo). O segundo é o concorrente indireto, que trabalha com mercadorias diferentes, mas que atendem ao mesmo propósito (por exemplo, um aplicativo de transportes e uma empresa de ônibus urbano).

O terceiro tipo é aquele estabelecimento que oferece serviços ou produtos diferentes, mas que são voltados para o mesmo público alvo, podendo reter o cliente um do outro. Por exemplo, uma rede de cinema e um teatro particular oferecem atrações de lazer distintas, mas disputam um perfil semelhante de consumidores.

Feita tal definição, vamos conhecer melhor o Ciclo da Inteligência Competitiva:

1- Planejamento

A etapa inicial tem como objetivo planejar a execução de todo o processo. O primeiro passo antes de absorver dados da concorrência é fazer uma análise de sua própria corporação. Isso vai propiciar que o gestor descubra quais são os catálogos de informações a respeito do mercado que a sua empresa já possui. A partir daí, ele consegue enxergar os dados que ainda são incompletos e, consequentemente, precisam ser complementados. Isso evita quaisquer esforços e investimentos na captação de elementos que, ao fim da metodologia, vão se mostrar irrelevantes.

O que se deve ficar absolutamente bem definido nesta fase é, ao mesmo tempo, planejar metodicamente quais informações de mercado serão coletadas nas etapas subsequentes e qual será o conjunto de ações práticas para conseguir tais respostas.  Portanto, trata-se do momento mais importante do ciclo, pois serve de norteamento para todo o desdobramento do processo.

Tudo, então, deve ser esquematizado. Uma boa dica é começar o planejamento por perguntas simples, como:

O que já sei sobre meus concorrentes?

O que ainda preciso saber?

O que pretendo ganhar ao fim da aplicação desta metodologia?

Qual será o custo desta ação?

Quais serão as consequências se eu não a fizer?

2- Coleta e processamento

Neste segundo passo, é esperado que analistas e gestores já tenham em mãos as principais informações que faltam à empresa e qual será o plano de execução. Logo, é o momento de buscar estes dados, por meio de uma pesquisa criteriosa em duas classificações elementares de fontes.

As primeiras são as fontes primárias. Tratam-se de informações obtidas diretamente por agentes do mercado, sem passar por filtros, edições, alterações de sentido ou interpretação de terceiros. Exemplos desta classificação são entrevistas ao vivo, relatos (de clientes, fornecedores ou membros da empresa concorrente) palestras, documentos oficiais, relatórios anuais da empresa etc. Já as fontes secundárias oferecem informações que passam por algum tipo de alteração, como livros, base de dados ou entrevistas editadas.

É essencial utilizar-se de acervos coerentes, verdadeiros e que tragam algum tipo de benefício em sua análise. Afinal, eles servirão de argumentos para grandes tomadas de decisões. Também é importante estar atento à ética, no sentido de delimitar até que ponto é tolerável coletar informações acerca do concorrente, condenando práticas que ultrapassem e maculem a lealdade da competição.

3- Análise e validação

Neste momento, é comum que a empresa tenha um grande arsenal de informações desconexas entre si. É hora de organizar e analisar cada tópico minuciosamente, verificando a consistência dos dados e estabelecendo relações diretas entre os pontos analisados.  Trata-se de um trabalho criterioso, cujo objetivo é integrar a pluralidade de elementos em um ambiente único, no qual é possível cruzá-los e utilizá-los para o mesmo fim.

Para isso, devem ser utilizadas técnicas diante da realidade de cada negócio (porte, segmento e estrutura). Há uma série de metodologias de análise prontas, que podem ser reproduzidas ou adaptadas. O essencial é que as técnicas consigam, de forma objetiva e precisa, transformar documentos soltos em peças de inteligência analítica.

A partir disso, são formadas propostas de validação. Ou seja, os analistas montam a apresentação dos resultados de suas pesquisas. Não se trata apenas de reportar dados, mas de traçar cenários críticos sobre o mercado. É importante conter relatos de ações já executadas pelos concorrentes, suas atuais diretrizes e o que se espera deles tanto para um futuro próximo quanto longínquo.

4- Difusão/Disseminação

O último passo do ciclo é quando os gestores recebem as informações acrescidas de valor e significado. Uma vez em posse de tais documentos, eles podem orquestrar reais soluções competitivas diante do cenário encontrado. Tais ações podem se refletir diretamente em setores como produção, vendas, marketing, inovação e outras inimagináveis possibilidades. Para esta tomada de decisões práticas, é fundamental que o analista continue por dentro do processo, evitando quaisquer interpretações equivocadas acerca da pesquisa executada.

Agora que você já entendeu melhor como trabalhar a Inteligência Competitiva em seu negócio, é hora de colocar este ciclo em prática. Com o tempo, esta ação vai gerar inúmeros benefícios ao desenvolvimento de seu negócio. Então, não perca tempo e mãos à obra!

Mais E1

 

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19 maio

Cargos de TI que toda grande empresa deve investir

Cargos de TI que toda grande empresa deve investir

Conheça os 6 profissionais de TI mais procurados pelas grandes organizações neste ano

Cargos de TI que toda grande empresa deve investir

Diante de um cenário cada vez mais complexo e competitivo, o meio corporativo global busca, progressivamente, transformações substanciais no que diz respeito à elaboração de estratégias de crescimento e, principalmente, de melhora de performance para sobreviver às instabilidades e complexidades do mercado. Frente a mudanças tão profundas, a tecnologia da informação tem se tornado o grande trunfo para a descoberta de soluções potenciais que podem agregar vantagens competitivas às organizações.

Com a tecnologia cada vez mais inserida no âmbito estratégico das empresas, o profissional de TI precisa ter domínio não apenas de software e hardware em seus aspectos técnicos, mas também ter visão de negócios. Pode-se afirmar que, em muitos casos, não é a TI que faz parte dos negócios, ela se transforma na própria tática de toda a cadeia produtiva e expansiva da companhia.

Sob esse contexto no qual as grandes corporações disputam o mesmo espaço, produzindo soluções práticas e inovadoras em tecnologia da informação, o profissional de TI ganha, de modo exponencial, forte destaque, já que o mundo corporativo demanda por profissionais dessa área cada vez mais especializados.

Além disso, sobretudo no mercado brasileiro, os impactos da crise, apesar de não atingirem fortemente a área de TI, também têm provocado mudanças nesse setor. Evasão de profissionais e sucateamento do conhecimento na área são consequências aparentes da crise econômica que o país atravessou recentemente, conforme aponta Antonio Loureiro, CEO da Conquest One, empresa especialista em Staffing de TI.

A Conquest One, juntamente com outras 4 empresas de consultoria e recrutamento, a saber, Catho, Robert Half, Exec e Michael Page, elaboraram uma lista apontando quais especialidades em TI são as mais desejadas pelo mercado em 2018. Vale ressaltar que, com a melhora na economia neste ano, a curva de crescimento e de demanda por profissionais de TI só tende a aumentar em 2018 e nos próximos anos. Confira, a seguir, quais são os cargos mais desejados nesse cenário:

 

1. Engenheiro ou cientista de dados

Este profissional deve aliar o seu know-how para negócios à uma visão estatística. O Engenheiro ou cientista de dados é o especialista cuja função é solucionar problemas estratégicos da empresa, com base em técnicas de orientação de dados. Além disso, deve saber detectar tendências que podem ajudar a melhorar os resultados do negócio.

Considerada a nova geração de profissionais especialistas em análise de dados, esse profissional deve ter habilidades nas seguintes subáreas: matemática, estatística, processamento de linguagem, hardware, software e visão de negócios.

Esse é um cargo bastante procurado pelas corporações hoje em dia, porque as companhias desejam se posicionar de forma mais estratégica no mercado e, por isso, o trabalho do engenheiro e cientista de dados é fundamental nesse planejamento.

2. Especialista em segurança da informação

Com a constante necessidade de proteger dados, este profissional está sempre em relevância, mas agora está ainda mais em ascensão. O especialista em segurança da informação é o responsável, dentro de uma empresa, pela manutenção e saúde de dados internos e sigilosos. Seu trabalho deve primar pela prevenção de fraudes e vazamentos de informações da companhia.

Tendo como função primordial criar um ambiente de TI seguro para o tráfego de dados, esse profissional deve se atualizar constantemente a respeito das novas ameaças cibernéticas e quais são os métodos para preveni-las e combatê-las. Conforme os experts de recrutamento, profissionais com acesso a comunidades hackers, de segurança da informação e de testes de invasão são os mais desejados pelo mercado.

Esse profissional está ainda mais em evidência em 2018, pois os ataques cibernéticos estão muito mais sofisticados, trazendo profundos prejuízos ao meio corporativo. Os métodos de computação e armazenamento de dados em nuvem também garantem destaque a esse cargo, porque são atividades que exigem especialistas qualificados em segurança da informação.

3. Analista de Business Intelligence (BI)

O Analista de BI lida com a coleta de dados e informações visando identificar problemas e oportunidades para o negócio. Esse profissional trabalha com uma vastidão de informações e é o responsável pela modelagem dos dados que serão extraídos, tratados e transformados.

O requisito fundamental para preencher este cargo nas empresas é a habilidade de transitar entre o conhecimento de negócios e a parte técnica da área. Sua capacidade de manipulação dos dados visando os objetivos estratégicos de crescimento da empresa é o maior diferencial para os profissionais que desejam se especializar nesse segmento.

 

4. Scrum Master

O Scrum Master é o profissional capaz de gerenciar equipes de desenvolvimento com metodologias ágeis, ou seja, é um especialista qualificado na gestão de times de TI através de processos mais objetivos e menos burocráticos. Esse cargo está em alta, porque metodologias ágeis e de estruturação têm ganhado força no meio corporativo.

Para preencher essa vaga nas empresas, esse profissional deve ser objetivo, analítico e ter habilidade em gestão. Mais especificamente, ele deve ter, além da habitual afinidade com a tecnologia, a capacidade de lidar também com gestão de pessoas. Contar com uma certificação na metodologia Agile pode ser um grande diferencial, segundo os recrutadores.

 

5. Gerente de Expansão de TI

O cargo de gerente de expansão em TI esteve em ascensão, inicialmente, graças às startups, mas o mercado de grandes empresas já assimilou, também, a importância de se contar com esse tipo de profissional. Ele deve ser capaz de projetar e executar iniciativas de crescimento com base em tecnologia e desenvolvimento digital.

Além disso, o especialista em expansão de TI deve direcionar a abordagem da empresa em relação à utilização de dados, tecnologia e infraestrutura. Para tanto, ter conhecimento em engenharia, design, análise, gerenciamento de produtos, operações e marketing é fundamental para obter sucesso no cargo e atrair os olhares do mercado.

 

6. Arquiteto de soluções

Por fim, o arquiteto de soluções também é uma profissão que está alta. O especialista dessa área deve ser capaz de desenvolver o design da estrutura de grupos de informações, organização e rotulação de sites. Sua função central é facilitar a experiência e a obtenção de informações dos clientes para as organizações traçarem suas estratégias de crescimento.

Esse cargo está em ascensão, pois a experiência do cliente também é um aspecto em alta no meio corporativo nos dias de hoje. Para seguir carreira nessa área, o profissional deve entender bem do negócio e do público-alvo da empresa e saber atuar na interface com o usuário.

Agora que você já sabe quais são os profissionais que estão mais em alta no mercado de TI neste ano, pretende contar com algum desses especialistas em sua empresa? Acredita que existemoutras funções que também estão em ascensão? Compartilhe sua visão a esse respeito na seção de comentários.

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18 maio

Tendências digitais para micro e pequenas empresas em 2018

Assistentes virtuais, atendimento em múltiplos canais e investimento no trabalho remoto são algumas das inovações em alta no mercado empresarial este ano

Tendências digitais para micro e pequenas empresas em 2018

É notórioque empreender nunca foi considerada uma tarefa fácil. No entanto, essa atividade se torna cada vez mais complexa e difícil de ser realizada com êxito, em razão da profunda digitalização do mercado. Com o cenário digital, as micro e pequenas empresas, além de disputarem espaço com seus concorrentes locais, têm que enfrentar um gigantesco mercado global online e ter um olhar estratégico profundo para os hábitos de consumo de seus clientes.

Se antes uma loja de calçados concorria com outras lojas do mesmo porte, instaladas na mesma cidade, por exemplo, hoje a disputa é universal, já que o e-commerce revolucionou o varejo no mundo todo. A sociedade está passando por uma profunda transformação digital que, atualmente, permite que um negócio possa disputar o mercado com inúmeros outros na web e que o consumidor possua, cada vez mais, voz e poder de escolha. Pensando nisso, é inegável que a concorrência para micro e pequenas empresas se apresenta com uma dinâmica muito mais complexa do que em outros tempos.

É compreensível que esse difícil cenário gere dúvidas e receios ao empresário, tendo em vista que fazer a gestão de qualquer negócio é uma missão que impõe muito sacrifício pessoal, financeiro e de tempo. Além disso, esse contexto de forte concorrência, que faz com que os empreendedores precisem estar atentos a todo tempo nas necessidades do cliente e no funcionamento do mercado, pode causar grandes crises aos negócios que não se atualizam.

Diante desse desenho do mercado, é fundamental que o empreendedor tenha visão de futuro e se antecipe às demandas de seus consumidores. Para que isso se efetive na prática, é necessário estar antenado às novidadesdigitais voltadas para o meio empresarial. Tendo isso em vista, apresenta-se, a seguir, uma lista de 6 tecnologias digitais, adaptáveis a micro e pequenos negócios, que são tendências para 2018 e próximos anos.

 

1 – Chatbots ou assistentes virtuais

Se um dos pontos fortes para se destacar frente à concorrência é oferecer um atendimento especializado ao cliente, os chatbots e assistentes virtuais são tecnologias capazes de suprir essa demanda. Com comandos simples, os robôs virtuais podem oferecer ajuda personalizada aos consumidores.

Esses assistentes digitais são capazes de dar suporte rápido e simples aos usuários, colaborando para que as empresas automatizem e aprimorem parte do atendimento do seu público. Além disso, os bots podem atender inúmeros consumidores ao mesmo tempo, agilizando esse processo e proporcionando mais comodidade ao cliente.

 

2 – Capacitação e trabalho remoto

É inegável que capacitar a equipe é um grande investimento que toda empresa deve fazer. No entanto, hoje em dia existem formas mais atrativas, práticas e rápidas para treinar os colaboradores. Já é uma realidade nas grandes empresas que os funcionários aprimorem seus conhecimentos através do dispositivo que ele mais usa em seu dia a dia, o smartphone. Essa tendência também está em alta no contexto das pequenas empresas, pois garante que o processo de capacitação seja mais flexível. Segundo estudiosos de gestão, com um simples treinamento para os colaboradores, a empresa pode aumentar exponencialmente a motivação e a produtividade de uma equipe inteira.

Nesse mesmo viés, não é só a capacitação remota que está em alta, a flexibilização do trabalho diário por meio de dispositivos móveis também já é uma realidade. A ferramenta Office 365, por exemplo, pode facilitar nessa otimização de tempo, já que oferece a possibilidade de alguns processos do empreendimento serem realizadas de qualquer lugar. Por meio dessa ferramenta, toda a equipe pode acessar e trabalhar, de qualquer dispositivo, com os arquivos compartilhados simultaneamente e com as ferramentas necessárias para a realização de cada tarefa.

 

3 – Computação em Nuvem

Esta é uma tecnologia que está em alta há algum tempo, mas sua relevância se intensifica a cada ano. Adotar a tecnologia em nuvem é uma das formas mais certeiras de trazer melhores resultados a qualquer empresa. Os benefícios das ferramentas de computação em nuvem são variados:  economia de tempo, aumento na produtividade, mais segurança dos dados etc.

Essa inovação tecnológica permite que a empresa armazene seus mais diversos dados disponíveis em uma plataforma online, sem que haja o perigo de perda por acidentes ou furtos. Além disso, é a melhor solução para guardar uma grande quantidade de informações, questão fundamental nos dias atuais.

 

4 – Internet das coisas

A Internet das Coisas é uma tecnologia que possibilita diversos objetos, como veículos, eletrodomésticos, peças de vestuário, dentre outros, a se conectarem à internet e, a partir de sensores, serem capazes de coletar e gerar dados sobre o usuário. Essa multiplicidade de dados colhidos oferecerá às empresas informações precisas de seus clientes e, por consequência, irá transformar profundamente os negócios atuais. Inúmeras empresas do varejo, por exemplo, já utilizam essa tecnologia para otimizar a jornada de compra do cliente e prover um atendimento mais personalizado.

 

5 – Atendimento em múltiplas plataformas

Tendo em vista que o consumidor éa razão pela qual as tecnologias digitais surgem nas empresas, uma de suas maiores demandas é o atendimento em diferentes plataformas. Ser atendido através de diferentes canais, seja numa loja física, num aplicativo do negócio, nas mídias sociais da marca, em seu site, por meio de um aplicativo de mensagens, dentre outras formas, é um desejo do consumidor hoje em dia. Nesse sentido, os negócios precisam estar preparados para atender a um público que transita por dois mundos em sua jornada de compra, o offlinee o online, e a multiplicidade de canais é uma comodidade esperada por esse mercado.

 

6 – Novas formas de pagamento

O modo pelo qual os consumidores utilizam o dinheiro e realizam suas transferências e pagamentos sofreu grandes alterações, principalmente porque,por meio de dispositivos móveis,os clientes já conseguem realizar transações e compra de bens com poucos cliques. Por isso, os negócios precisam pensar em maneiras de automatizar e integrar formas de pagamentos. Nesse novo contexto, essas inovações devem permitir que o cliente realize pagamentos em qualquer hora e lugar, de forma imediata e por meio dediferentes canais.

Agora que você já sabe quais são as principais tendências digitais para micro e pequenas empresas neste ano e nos próximos, pretende implementar alguma dessas inovações em sua empresa? Já conta com alguma dessas tecnologias? Compartilhe sua visão na seção de comentários e conheça os produtos da Mais Telecom para sua micro e pequena empresa.

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14 maio

Tendências de tecnologias estratégicas para o seu negócio em 2018

Inteligência Artificial, Internet das Coisas, Realidades Virtual e Aumentada: algumas das tendências tecnológicas que devem ser monitoradas pelas organizações.

 

Tendências de tecnologias estratégicas para o seu negócio em 2018

No Simpósio do Gartner/ITxpo 2017, realizado em Orlando, nos Estados Unidos, foram apresentadas as 10 principais tendências tecnológicas que impactarão as organizações a partir de 2018. O Gartner elabora essa lista a partir de tecnologias que estão saindo de um status emergente e têm um forte potencial disruptivo, ou segundo as tendências tecnológicas que estão crescendo em ritmo acelerado e podem ser cruciais para o mundo corporativo nos próximos anos. Destacamos, a seguir, os principais pontos de cada uma dessas tendências:

1 – Base em IA

Criar sistemas que aprendem, adaptam-se e agem potencialmente de forma autônoma será um dos principais campos de exploração para os fabricantes de tecnologia, pelo menos até 2020. A capacidade de utilizar a IA para melhorar a tomada de decisões, reinventar modelos e ecossistemas de negócio e melhorar a experiência do consumidor serão aspectos fundamentais às iniciativas digitais nos próximos anos.

Nesse cenário, as organizações precisarão investir em competências, processos e ferramentas para explorar as técnicas de IA, que estão em pleno crescimento. Segundo o vice-presidente de Pesquisas do Gartner, David Cearley, “As áreas de investimento podem incluir a preparação de dados, integração, algoritmo e seleção de metodologia de treinamento e criação de modelos. Vários especialistas, incluindo cientistas de dados, desenvolvedores e donos de processos de negócios, precisarão trabalhar juntos”.

2 – Aplicativos inteligentes e analytics

A tendência, nos próximos anos, é que todos os aplicativos e serviços digitais incorporem algum tipo de Inteligência Artificial. Os aplicativos inteligentes criam uma nova camada intermediária entre pessoas e sistemas e têm o potencial de transformar a natureza do trabalho e a estrutura do local.

Cearley alerta para o fato que as empresas devem explorar os “aplicativos inteligentes como forma de aumentar a atividade humana e não simplesmente como uma forma de substituir as pessoas”. Sobre analytics aumentada (augmented analytics), o pesquisador afirma que “é uma área de crescimento particularmente estratégica que utiliza o aprendizado de máquina para automatizar a preparação de dados, a descoberta de insights e a troca de informações para uma ampla gama de usuários empresariais, trabalhadores operacionais e cientistas de dados”.

Nesse cenário, os provedores de serviços integrados devem delinear como usarão a IA para adicionar valor comercial em novas versões de softwares, sob a forma de analytics avançadas, processos inteligentes e experiências avançadas de usuários.

3 – Coisas inteligentes

As coisas inteligentes são objetos físicos que vão além da execução de modelos de programação rígidos para explorar a IA como forma de oferecer comportamentos avançados e interagir mais naturalmente em diferentes ambientes e com os usuários. Essa inovação está promovendo profundos avanços para novas coisas inteligentes, como: veículos autônomos, robôs e drones, e oferecendo capacidade aprimorada para muitos outros objetos, a partir da Internet de Coisas (IoT), que permite que essas coisas se conectem à internet e ampliem a interação com os usuários.

“Atualmente, o uso de veículos autônomos em ambientes controlados, por exemplo, na agricultura e mineração, é uma área de coisas inteligentes que cresce rapidamente. É provável que vejamos exemplos de veículos autônomos em estradas limitadas, bem definidas e controladas até 2022”, afirma Cearley.

4 – Gêmeos digitais

Gêmeos digitais são a representação digital de uma entidade ou sistema do mundo real. Essa tecnologia no contexto de projetos de IoT é particularmente promissora nos próximos três a cinco. Gêmeos digitais bem projetados têm o potencial de melhorar consideravelmente a tomada de decisões nas empresas. A inovação é utilizada para entender o estado do produto ou sistema, responder a mudanças, melhorar as operações e agregar valor.

“Com o passar do tempo, as representações digitais de praticamente todos os aspectos do nosso mundo estarão conectadas dinamicamente com sua contraparte do mundo real, entre si e carregadas de recursos baseados em IA para permitir simulação, operação e análise avançada”, explica Cearley.

5 – Extremidades de nuvem

A Edge Computingd escreve um tipo de computação em que o processamento de informações e a coleta e entrega de conteúdo são colocados mais próximo das fontes dessa informação. Os desafios de conectividade e atraso, restrições de largura de banda – bandwidth – e maior funcionalidade embutida favorecem modelos distribuídos. As organizações deverão começar a utilizar padrões de design Edge em suas arquiteturas de infraestrutura, particularmente para aqueles com elementos significativos de IoT.

A nuvem é um estilo de computação no qual as capacidades de tecnologia escaláveis são entregues como um serviço e, de modo inerente, impõe um modelo centralizado. Segundo Cearley, “Quando usada como conceitos complementares, a nuvem pode ser o estilo de computação usado para criar um modelo orientado a serviços e uma estrutura centralizada de controle e coordenação, com a Edge sendo utilizada como um estilo de entrega, permitindo a execução de processos desconectados ou distribuídos do serviço na nuvem”.

6 – Plataformas de conversação

As plataformas conversacionais promoverão uma profunda mudança na forma como os seres humanos interagem com o mundo digital. Essas plataformas serão capazes de responder a alguns comandos do usuário e executar algumas funções. Nos próximos anos, as interfaces conversacionais serão o  objetivo principal de design para a interação do usuário e serão entregues em hardware dedicado, recursos de sistema operacional, plataformas e aplicativos.

De acordo com Cearley, o desafio que as plataformas conversacionais enfrentam hoje “é que os usuários devem se comunicar de forma muito estruturada e esta é, muitas vezes, uma experiência frustrante. Um diferencial importante entre as plataformas conversacionais será a potência de seus modelos conversacionais e a interface de programação de aplicativos (API), com modelos de eventos usados para acessar, invocar e orquestrar serviços de terceiros para oferecer resultados complexos”.

7 – Experiência imersiva

As realidades virtuais (VR) e as realidade aumentadas (AR) estão modificando a forma como as pessoas percebem e interagem com o mundo digital. O mercado da VR e da AR ainda está em fase inicial, mas o interesse de explorar essas tecnologias é alto.

Nesse sentido, a realidade mista, um tipo de imersão que combina e estende a funcionalidade técnica tanto de AR como de VR, está emergindo como escolha de experiência imersiva, proporcionando uma tecnologia atraente que otimiza sua interface para combinar melhor a maneira como as pessoas visualizam o mundo e interagem com ele.

8 – Blockchain

A tecnologia de blockchain está evoluindo de uma infraestrutura de moeda digital para uma plataforma de transformação digital. As tecnologias de Blockchain oferecem uma saída radical dos atuais mecanismos centralizados de transação e manutenção de registros e podem servir como base de negócios digitais disruptivos, tanto para empresas estabelecidas quanto para startups. Além disso, o blockchain têm vários potenciais de aplicações, incluindo governo, saúde, fabricação, distribuição de mídia, verificação de identidade, registro de títulos e cadeia de suprimentos.

9 – Eventos de negócios

Os eventos de negócios são considerados qualquer coisa que seja assinalada digitalmente, refletindo a descoberta de condições importantes ou mudanças de condições. Por exemplo, a conclusão de uma ordem de compra ou o desembarque de uma aeronave. Com o uso de corretores de eventos, IoT, cloud computing, blockchain, gerenciamento de dados na memória e IA, eventos comerciais poderão ser detectados mais rapidamente e analisados de forma minuciosa. Embora seja promissora, essa tecnologia demanda às organizações líderes de TI, planejadores e arquitetos que impulsionem essa nova cultura.

10 – Adaptação contínua do risco e da confiança

A fim de aprimorar questões de segurança digital, os líderes de segurança e gestão de risco devem adotar uma abordagem de avaliação contínua de risco e confiança (Continuous Adaptive Risk and Trust Assessment – CARTA), que permite a tomada de decisões baseada na confiança e no risco em tempo real e com respostas adaptadas.

As infraestruturas de segurança precisam se adaptar em qualquer lugar para explorar de fato essa tecnologia – e gerir os riscos – que advém da disponibilização de segurança que se move à velocidade do negócio digital. Como parte da abordagem CARTA, as organizações precisam superar as barreiras que existem entre as equipes de segurança e as de aplicações, por meio, por exemplo, de processos e ferramentas de DevOps, que mitigam as barreiras entre o desenvolvimento e as operações.

Mais do que tendências inovadoras, essas tecnologias possuem um forte potencial disruptivo e devem ganhar a atenção das organizações como novidades fundamentais para os próximos passos estratégicos de TI. Considerando a lista do Gartner, você já pensou em que medida essas tecnologias podem impactar em seu negócio e no mundo corporativo em geral? Compartilhe a sua visão na seção de comentários.

Mais Centrex

 

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09 maio

TESTES COMPORTAMENTAIS: ENTENDA COMO CONHECER MELHOR SEUS COLABORADORES

Por meio de técnicas, é possível avaliar a personalidade e o desempenho de cada membro da equipe.

Testes comportamentais: entenda como conhecer melhor seus colaboradores

Uma grande empresa sabe dar valor a cada membro da equipe que a compõe. Por isso, gestores de corporações de médio e grande porte têm consciência de como é importante conhecer melhor os seus colaboradores. A cada dia, técnicas de avaliação mais sofisticadas e eficientes são desenvolvidas, no sentido de dar ao administrador um panorama sobre o perfil, a personalidade, o conhecimento prático e a saúde mental de seus funcionários.

São testes de diferentes aplicações e efeitos, modeláveis à realidade de cada negócio. Os benefícios em utilizá-los podem ser obtidos desde o recrutamento de novos talentos, para identificar os candidatos mais bem preparados, até no diagnóstico de produtividade de quem já faz parte do organograma.

É importante ressaltar que tais metodologias devem ser acompanhadas por pessoas de capacidade reconhecida, como profissionais de recursos humanos, psicólogos e demais especialistas em análise comportamental.

Veja dez testes que podem auxiliar o corpo diretivo de seu negócio a conhecer melhor o potencial, rendimento, personalidade e capacidade técnica de quem se propõe a integrar a empresa ou de quem já faz parte dela:

Inventário Fatorial de Personalidade

Este teste de personalidade propõe-se a avaliar uma pessoa com base em 15 aspectos psicológicos, que incluem características como agressão, dominância, autonomia e desempenho. Sua aplicação deve ser feita por um psicológico, baseado em um manual de aplicação. São mais de 100 itens avaliativos, aos quais o próprio candidato ou colaborador responde se corresponde à sua característica. Tratam-se de afirmações, para as  quais a pessoa aplica uma pontuação de um a sete a fim de determinar se aquilo se encaixa com a sua própria personalidade. Os resultados devem ser avaliados levando em consideração o contexto, já que o candidato pode manipular suas respostas para ter características mais desejáveis para a empresa.

Teste de Zulliger (Teste Z)

Este teste foi desenvolvido pelo psicólogo Hans Zulliger e é feito com base em três cartões manchados por tinta. Por meio deste conteúdo abstrato, o teste estimula a interpretação de pessoas em grupo. Cada um dos cartões procura avaliar questões específicas da personalidade, afetividade, relacionamento e outros aspectos. Sua facilidade de aplicação o popularizou em dinâmicas de contratação coletiva espalhadas por todo o mundo, pois pode trazer várias vantagens a um gestor em diferentes situações. Com ele, é possível obter a estrutura básica da personalidade de alguém, tornando público o conjunto de sentimentos que norteia cada pessoa avaliada.

Teste de conhecimentos específicos

Esta forma de avaliação é uma das mais recorrentes, tanto em processos seletivos em corporações quanto em concursos públicos. Isso porque dá grandes indícios do domínio real do candidato ou colaborador sobre sua área de atuação. Estes testes devem ser criados especificamente para cada tipo de vaga, abordando temas teóricos e técnicos relativos ao cargo pretendido. As metodologias podem incluir questões discursivas, de múltipla escolha ou até mesmo práticas. Muitas empresas, além do conteúdo específico, aplicam questões de conhecimentos gerais, o que permite compreender melhor os traços culturais de cada um.

Teste de raciocínio lógico

Um teste de lógica é aquele que avalia o nível de raciocínio de uma pessoa para resolver situações. Ou seja, é a capacidade de interpretar uma situação adversa e, com base em uma construção coerente de pensamento, encontrar a melhor alternativa de solução. O desempenho nestas questões pode indicar níveis de inteligência, proatividade, iniciativa, capacidade interpretativa, análise de contexto, tomada de decisões, entre tantos outros quesitos essenciais para uma boa atuação profissional. Existem inúmeros testes já desenvolvidos, que utilizam uma pluralidade de ferramentas, como imagens, textos, peças, quebra-cabeças, palitos de fósforo, labirintos etc. Uma de suas vantagens é que são diferentes níveis de dificuldade, ou seja, pode ser indicado para distintos perfis de vagas.

Teste de habilidades sociais

Esta metodologia é indicada não apenas para entrevistas de emprego, mas para conhecer melhor o quadro de colaboradores. Ele permite estipular qual o nível de habilidade social de cada um, o que indica a capacidade de se relacionar harmonicamente com outras pessoas. Isso pode servir de parâmetro para corrigir possíveis problemas interpessoais e aprimorar ainda mais o trabalho em equipe. Geralmente, é feito por meio de perguntas e respostas, sejam escritas ou em caráter oral. Este teste é dinâmico e pode ser modulado por um psicólogo para atender melhor às especificidades de cada empresa.

Bateria Fatorial de Personalidade (BFP)

BFP foi desenvolvida com base no modelo dos Cinco Grandes Fatores da personalidade. Os traços extroversão, socialização, realização, neuroticismo e abertura a novas experiências são as medidas de comportamento mais aceitas e utilizadas cientificamente.  Dentro destas cinco características, estão várias outras questões incorporadas, como comunicação, interação social, dinamismo, comprometimento, depressão e abertura a novas ideias. Os resultados podem ser surpreendentes, pois informam, com alto grau de precisão, as tendências de pensamento e comportamento. Na prática, é possível conhecer melhor as virtudes e fraquezas do profissional.

Teste de Atenção Concentrada (Teste AC)

Esta avaliação é capaz de calcular a capacidade de uma pessoa em se concentrar e se manter focada em determinada tarefa por um período de tempo. Além disso, permite mensurar outros desempenhos neurológicos, como percepção, orientação espacial, processamento de informações, desenvolvimento motor e reação a estímulos. As metodologias que o cercam possuem inúmeras versões. Geralmente, fazem uso de símbolos estilizados, com formatos e cores diferentes, exigindo que o candidato identifique esses padrões e posicione-os em grupos de semelhança. A sua aplicação é muito importante para funções que exigem concentração máxima em tempo integral.

Questionário de Avaliação Tipológica (Teste QUATI)

Este instrumento tem como objetivo avaliar a personalidade por meio das escolhas feitas por cada pessoa. Ele é capaz de traçar características cognitivas e comportamentais de candidatos ou colaboradores já contratados, fornecendo subsídios para prevenir, detectar ou resolver conflitos dentro das organizações. Sua aplicação é simples, feita por meio de perguntas rotineiras. As respostas são avaliadas de modo que se pode chegar a conclusões sobre impulsividade, egoísmo, extroversão, ousadia e tantos outros traços de comportamento que influenciam diretamente na forma como o trabalhador se comporta dentro da empresa.

Inventário de Administração de Tempo (ADT)

O método ADT objetiva descobrir como alguém faz uso de seu próprio tempo durante a jornada de trabalho. Os próprios psicólogos do setor de recursos humanos podem, facilmente, aplicá-lo no sentido de traçar diagnósticos sobre a produção pessoal de cada um. Existem guias de aplicação disponíveis para aquisição. O mais comum reúne 96 afirmações relacionadas aos comportamentos do colaborador enquanto presta seus serviços à empresa. Seus resultados práticos podem trazer ganhos reais de produção e lucro.

Escalas Beck

A rotina em uma grande empresa pode gerar efeitos na personalidade dos colaboradores. Por isto, um gestor cuidadoso pode fazer uso de métodos que avaliam a saúde mental de sua equipe. A Escala Beck é uma das formas mais eficientes de se obter resultados clinicamente confiáveis, pois avalia sintomas de ansiedade e depressão em seus diferentes níveis. É composta por inventários que calculam desde a infelicidade e o pessimismo perante à vida (Escala de Desesperança) até, em situações extremas, a tendência da pessoa em tirar a própria vida (Escala de Ideação Suicida). A cada dia, empresas de diferentes segmentos utilizam-se deste tipo de acompanhamento rotineiro para avaliar a satisfação de seus membros perante a vida.

Lembre-se de que todos os testes possuem metodologias específicas para servir de parâmetros eficientes de análise. Cada um se propõe a um objetivo e exige um acompanhamento criterioso para que seja realmente confiável. É melhor, então, conhecer melhor suas aplicações e efeitos antes de implementá-lo na sua empresa. O que você achou deste artigo? Deixe um comentário para nós relatando como estas técnicas podem ser úteis no seu negócio!

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02 maio

9 erros comuns ao implantar soluções na nuvem

1 Deixar a busca do modelo SaaS apenas a cargo da equipe de TI.

2 Não conhecer a necessidade real para o negócio.

É preciso levantar todos os requisitos e trocar ideias com quem vai usar. Assim é mais fácil identificar a melhor solução.

3  Pressa na contratação.

Só tome a decisão quando obter todas as informações necessárias em mãos.

4 Não ter relatório de todos os custos esperados.

É preciso saber os principais custos, como:

  • Internos – Devido às mudanças.
  • Fornecedores.
  • Taxas de suporte e atualização.
  • Taxas de configuração.

5 Não se atentar aos SLA’s.

Inclua em seu plano de ação a negociação dos seguintes itens:

  • Disponibilidade e tempo de atividade
  • Práticas de segurança da informação
  • Garantias de desempenho
  • Prazos de realização dos serviços
  • Escalabilidade

6  Deixar o assunto apenas a cargo da equipe de TI.

Prepare a equipe interna de outras áreas também para a implementação.

7 Escolher o modelo errado de nuvem.

Conheça os três modelos essenciais:

  • Públicas – com níveis de acesso bem definidos.
  • Privadas – criadas somente para uma empresa, que podem estar dentro do firewall interno ou serem geridas por um fornecedor.
  • Híbridas – uma mescla dos modelos anteriores para atender a objetivos distintos.

8 Não homologar todas as etapas de implementação.

Nessa etapa são feitas simulações muito próximas ao que acontece no dia a dia da operação da empresa.

9 Não procurar uma consultoria especializada.

As consultorias trabalham com práticas reconhecidas internacionalmente e estão preparadas para lidar com os problemas e riscos.

Ficar atento a esses erros é muito importante, já que implementar soluções na nuvem é um recurso que tem atraído diversas empresas de diferentes setores da economia.

Mercado até 2017

Até 2017 o mercado de “cloud computing” (soluções na nuvem) deve movimentar mais de US$ 1,1 bi e crescer 30%.

Fonte: Frost & Sullivan

26% das empresas já investiram em soluções a favor da modernização e agilidade.

56% das empresas dos Estados Unidos pensam em investir em soluções na nuvem voltadas para RH (Recursos Humanos),

A fim de:

Controle pessoal, desenvolvimento de projetos, agilidade nos processos, integração de diferentes áreas da empresa.

Fonte: Dados da PWC

Pesquisa desenvolvida em 2015 apresenta os seguintes resultados para quem investiu em soluções da nuvem:

10,4% aumento nas receitas.

77% de redução dos custos de TI.

99% de diminuição no tempo de prestação de serviços e aplicações de TI.

72% mais capacidade da TI atender ao nível de serviço (SLAS).

Maior capacidade de investimento em projetos voltados para inovação.

Benefícios econômicos para empresas com nuvens avançadas.

Fonte: Dados da IDC (International Data Corporation)

 

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Mais Centrex

 

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30 abr

Mais Centrex: saiba tudo sobre o lançamento da Mais Telecom

Uma nova solução em nuvem com a tecnologia Powered by PortaOne para substituir e ampliar a capacidade do PABX tradicional

Cloud Phone: saiba tudo sobre o lançamento da Algar Telecom

O Mais Centrex é o lançamento mais recente da Mais Telecom em parceria com a PortaOne e passa a integrar o robusto portfólio de soluções da empresa. Este novo serviço, que agrega TI e telecom, visa modernizar e ampliar as funcionalidades de voz, substituindo o antigo PABX e garantindo às organizações mais economia, mobilidade, facilidade de gestão e produtividade.

Diferentemente do PABX convencional, a novidade da Mais Telecom não demanda investimentos em infraestrutura e manutenção, visto que o Mais Centrex funciona integralmente em nuvem, cuja plataforma é gerenciada pelo suporte especializado da Mais. Além disso, a solução oferece um portal de gestão de autosserviço a cada um de seus parceiros.

Características e vantagens do Mais Centrex

1 – Neste sistema de PABX em nuvem, todos os ramais de telefones da empresa são unificados em uma central virtual, ou seja, é possível ter acesso a todos os dados a partir do núcleo desse ambiente em rede.

2 – As ligações entre os ramais instalados na mesma organização são gratuitos. Ademais, as ligações para outros estados e países têm tarifas reduzidas em relação às opções convencionais.

3 – Com essa solução, os extensos fios telefônicos distribuídos pela empresa podem sereliminados, não sendo necessária infraestrutura para a sua instalação e manutenção. O monitoramento e os reparos na plataforma são feitos em rede pela equipe de TI da Mais Telecom.

4 – Com o Mais Centrex, todos os colaboradores da empresa têm acesso a um ambiente online, garantindo mais flexibilidade e mobilidade à comunicação diária de acordo com o plano contratado.

5 –  Com esse novo serviço, as empresas podem customizar a sua plataforma de modo simples e rápido, ao aumentar ou reduzir a sua capacidade de atendimento, assim que for necessário.

6 – A empresa contratante deste serviço tem disponível uma central de atendimento 24 horas, com consultores especializados e preparados para resolver qualquer adversidade.

Mais Centrex X PABX tradicional

– Enquanto no PABX tradicional há depreciação do equipamento, gerando despesas constantes com manutenção e troca de aparelhos, no Mais Centrex as empresas não precisam se preocupar com o prazo de validade de nenhum equipamento, tampouco com custos de manutenção.

– No PABX convencional, a gestão de comunicação é extremamente complexa, pois exige tempo e alto investimento para ampliação da capacidade, já que é necessário um planejamento detalhado para aquisição de equipamentos e licenças. Com o Mais Centrex, as organizações contam com um painel interativo de gestão para configurações e controle da plataforma.

– O PABX tradicional está sujeito a acidentes e falhas que podem ocasionar indisponibilidade do serviço e, consequentemente, queda na produtividade do negócio. Já com o Mais Centrex da Mais Telecom, o tempo de inatividade do serviço causado por eventual indisponibilidade, é bastante reduzido. Além disso, a empresa contratante ganha mais produtividade com ferramentas adicionais, como URA, sala de audioconferência,  painel de gestão e configuração, dentre outras.

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